<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:googleplay="http://www.google.com/schemas/play-podcasts/1.0"><channel><title><![CDATA[DozeNews - Cardiologia pela Doze por Oito: DozeNews PRIME 🥇]]></title><description><![CDATA[Sua revisão semanal em cardiologia. Acompanhe com a gente temas diversos, atualizados com as novas evidências e com o jeito leve e didático que somente a DozeNews te proporciona.]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/s/dozenews-prime</link><image><url>https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!-qr8!,w_256,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fbucketeer-e05bbc84-baa3-437e-9518-adb32be77984.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe0c7141a-02a0-4234-9949-9e852dc77de8_252x252.png</url><title>DozeNews - Cardiologia pela Doze por Oito: DozeNews PRIME 🥇</title><link>https://news.dozeporoito.com/s/dozenews-prime</link></image><generator>Substack</generator><lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 21:47:15 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://news.dozeporoito.com/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[Doze por Oito]]></copyright><language><![CDATA[pt]]></language><webMaster><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></webMaster><itunes:owner><itunes:email><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></itunes:email><itunes:name><![CDATA[Doze por Oito]]></itunes:name></itunes:owner><itunes:author><![CDATA[Doze por Oito]]></itunes:author><googleplay:owner><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></googleplay:owner><googleplay:email><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></googleplay:email><googleplay:author><![CDATA[Doze por Oito]]></googleplay:author><itunes:block><![CDATA[Yes]]></itunes:block><item><title><![CDATA[Ômega-3 e risco cardiovascular]]></title><description><![CDATA[O que ainda resta da boa hist&#243;ria?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/omega-3-e-risco-cardiovascular</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/omega-3-e-risco-cardiovascular</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 27 May 2026 22:17:05 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/91c8ab95-04a7-4a37-99e8-1407c6fb3cf7_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Emerg&#234;ncia Cardiovascular e Cardiologia Intervencionista)</h6><div><hr></div><p>Seu paciente chega no consult&#243;rio com um vidro de &#244;mega-3 importado, do tipo &#8220;1.500 mg de EPA + DHA por c&#225;psula&#8221;, comprado depois de ouvir uma propaganda na r&#225;dio.</p><p>Ele te olha esperando confirma&#231;&#227;o: <em>&#8220;&#233; bom pro cora&#231;&#227;o, n&#233;, doutor?&#8221;</em></p><blockquote><p>Por d&#233;cadas, a resposta autom&#225;tica foi <em>&#8220;&#233;, talvez ajuda&#8221;.</em> Hoje, a resposta honesta exige um pouco mais de cuidado.</p></blockquote><p>O mercado global de &#244;mega-3 movimentou cerca de <strong>US$ 8,2 bilh&#245;es em 2024</strong> e tem proje&#231;&#227;o de chegar perto de US$ 17 bilh&#245;es at&#233; 2032.</p><p>Quase nenhuma interven&#231;&#227;o em preven&#231;&#227;o cardiovascular foi t&#227;o estudada, t&#227;o recomendada e, como veremos, t&#227;o mal interpretada.</p><p>Nessa edi&#231;&#227;o da PRIME, vamos revisar:</p><ul><li><p>A origem do <em>hype</em> (e o que ele tinha de verdade);</p></li><li><p>O b&#225;sico da bioqu&#237;mica em 60 segundos;</p></li><li><p>Os grandes ensaios de baixa dose: VITAL, ASCEND, OMEMI e cia;</p></li><li><p>A grande aposta da alta dose: REDUCE-IT <em>vs</em> STRENGTH;</p></li><li><p>O risco mais subestimado: &#244;mega-3 e fibrila&#231;&#227;o atrial;</p></li><li><p>PISCES &#8212; o ensaio que reabriu a discuss&#227;o;</p></li><li><p>O que dizer (e o que prescrever) no consult&#243;rio.</p></li></ul><p>Vamos l&#225;?</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/omega-3-e-risco-cardiovascular">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Emergências cardiovasculares no esporte]]></title><description><![CDATA[O que realmente salva vidas?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/emergencias-cardiovasculares-no-esporte</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/emergencias-cardiovasculares-no-esporte</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 20 May 2026 23:25:02 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/8bf226fc-b6cd-40c9-92c9-10f1ffb29f06_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Fernanda Justo (<em>fellow</em> em reabilita&#231;&#227;o cardiovascular e fisiologia do exerc&#237;cio (InCor-USP))</h6><div><hr></div><p>Estamos vivendo muitas transforma&#231;&#245;es sociais atualmente.</p><p>E talvez o mais curioso seja perceber como &#233; dif&#237;cil enxergar claramente uma revolu&#231;&#227;o enquanto ela acontece.</p><blockquote><p>Minha av&#243; ficava embasbacada com a impressora:<br> <em>&#8220;como &#233; que aquilo que est&#225; na tela sai dali e aparece no papel??&#8221;</em></p></blockquote><p>Para quem cresceu com FAX, impressora e internet discada, isso parecia s&#243;&#8230; tecnologia.</p><p>Hoje acontece a mesma coisa conosco, estamos correndo atr&#225;s para nos mantermos a par do que &#233; IA, de como funcionam redes sociais, do que &#233; verdade e do que &#233; <em>fake news.</em></p><p>Se por um lado, a (des)informa&#231;&#227;o passou a se espalhar numa velocidade assustadora, por outro vimos a r&#225;pida dissemina&#231;&#227;o de algumas culturas extremamente positivas: <strong>bem-estar, atividade f&#237;sica, longevidade, performance.</strong></p><ul><li><p>Todo grupo de amigos agora tem um maratonista e <strong>VO&#8322; virou assunto &#224; mesa</strong>. <em>Um par&#226;metro fisiol&#243;gico que se tornou quase cultura pop.</em></p></li></ul><blockquote><p><em>E abrindo um breve par&#234;ntese aqui:</em> se voc&#234; leu &#8220;VO&#8322;&#8221;, se sente perdido e entrou imediatamente em estado de FOMO, <strong>recomendo fortemente a <a href="https://news.dozeporoito.com/p/tudo-sobre-o-vo2">Prime de 8 de abril</a> e o DozeCast de 2 de abril, ambos de 2026.</strong></p><iframe class="spotify-wrap podcast" data-attrs="{&quot;image&quot;:&quot;https://i.scdn.co/image/ab6765630000ba8a547ae668894bec23de07a753&quot;,&quot;title&quot;:&quot;VO2: &#233; meta ou hype? - Ft. Silvio P&#243;voa (DozeCast 218)&quot;,&quot;subtitle&quot;:&quot;Doze Por Oito&quot;,&quot;description&quot;:&quot;Episode&quot;,&quot;url&quot;:&quot;https://open.spotify.com/episode/6Qadr6TfN9vIe5OJYLyMuC&quot;,&quot;belowTheFold&quot;:true,&quot;noScroll&quot;:false}" src="https://open.spotify.com/embed/episode/6Qadr6TfN9vIe5OJYLyMuC" frameborder="0" gesture="media" allowfullscreen="true" allow="encrypted-media" loading="lazy" data-component-name="Spotify2ToDOM"></iframe></blockquote><p>Mas toda transforma&#231;&#227;o coletiva traz efeitos colaterais.</p><p>Porque as mesmas redes sociais que popularizaram o esporte tamb&#233;m transformaram emerg&#234;ncias cardiovasculares em eventos p&#250;blicos, instant&#226;neos e altamente dramatizados.</p><ul><li><p>Uma parada card&#237;aca em um atleta deixa de ser apenas um evento m&#233;dico. Ela vira manchete e pauta para achismos de toda sorte.</p></li></ul><p>E isso nos obriga, como comunidade m&#233;dica, a responder. N&#227;o apenas combatendo alarmismo, mas criando sistemas melhores de preven&#231;&#227;o e resposta.</p><p>&#128218; &#201; exatamente aqui que entra o novo <a href="https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-emergencias-cardiovasculares-para-eventos-esportivos-2026/">P</a><strong><a href="https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-emergencias-cardiovasculares-para-eventos-esportivos-2026/">osicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Emerg&#234;ncias Cardiovasculares em Eventos Esportivos &#8211; 2026.</a></strong></p><blockquote><p>E talvez o grande m&#233;rito desse documento seja justamente este:<br>tirar a discuss&#227;o do campo do medo&#8230; e trazer para o campo da prepara&#231;&#227;o.</p></blockquote><p>E para discutir este posicionamento vamos separ&#225;-lo em duas frentes:</p><ul><li><p>para reduzir a chance de emerg&#234;ncias: a import&#226;ncia da avalia&#231;&#227;o pr&#233;-participa&#231;&#227;o;</p></li><li><p>e como responder adequadamente quando elas inevitavelmente acontecerem.</p></li></ul>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/emergencias-cardiovasculares-no-esporte">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Amiodarona]]></title><description><![CDATA[Hero&#237;na ou vil&#227; das arritmias?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/amiodarona</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/amiodarona</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 14 May 2026 01:47:20 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/84363ea7-502e-4345-bb47-2c46ece270a8_1402x1122.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>Voc&#234; n&#227;o precisa ter muito tempo de pr&#225;tica na cardiologia ou na cl&#237;nica m&#233;dica, mas tenho certeza que <strong>voc&#234; j&#225; prescreveu amiodarona alguma vez.</strong></p><p>A amiodarona &#233; um antiarr&#237;tmico de alta efetividade cl&#237;nica, classicamente considerado o <strong>prot&#243;tipo dos f&#225;rmacos classe III na classifica&#231;&#227;o de Vaughan&#8211;Williams</strong>, mas com propriedades adicionais de classes I, II e IV, o que ajuda a explicar seu amplo espectro terap&#234;utico em arritmias supraventriculares e ventriculares.</p><ul><li><p>E &#233; por isso que ela &#233; basicamente o &#8220;coringa&#8221; das arritmias na pr&#225;tica.</p></li></ul><blockquote><p> <em><strong>&#8220;Coringa&#8221; at&#233; demais</strong></em><strong> </strong><em><strong>rs</strong>. </em>Se, em diversas ocasi&#245;es, a amiodarona acaba salvando situa&#231;&#245;es arr&#237;tmicas, o uso desenfreado e sem consci&#234;ncia dos potenciais efeitos adversos de curto e longo prazo pode transform&#225;-la em uma vil&#227;.</p><p><em>Sai daqui Joaquin Phoenix, pois j&#225; encontramos a protagonista para o pr&#243;ximo filme do Joker rs.</em></p></blockquote><p>Diante dessas incertezas, optei por trazer essa DozePrime sobre a farmacologia, indica&#231;&#245;es, contraindica&#231;&#245;es e efeitos adversos da amiodarona, <strong>na vis&#227;o da cardiologia cl&#237;nica.</strong></p><blockquote><p><em>Talvez se voc&#234; conversar com um eletrofisiologista ele(a) possa ter uma vis&#227;o pr&#225;tica distinta de alguns pontos, mas a ideia aqui &#233; trazer o conte&#250;do mais pr&#225;tico poss&#237;vel para o seu dia a dia.</em></p></blockquote><p>Vamos?</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/amiodarona">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Hormônios sexuais e o risco trombótico]]></title><description><![CDATA[A pr&#225;tica da reposi&#231;&#227;o hormonal, contracep&#231;&#227;o e terapias de afirma&#231;&#227;o de g&#234;nero]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/hormonios-sexuais-e-o-risco-trombotico</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/hormonios-sexuais-e-o-risco-trombotico</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 06 May 2026 23:26:52 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/c2d50395-1943-4c71-8808-03cfe790ed12_1774x887.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>N&#227;o &#233; novidade para ningu&#233;m: terapias com horm&#244;nios sexuais aumentam o risco de trombose.</p><p>Seja no formato de <strong>contraceptivos, reposi&#231;&#227;o no hipogonadismo, reprodu&#231;&#227;o assistida ou at&#233; no tratamento oncol&#243;gico</strong>, o risco sempre esteve ali <em>(meio silencioso, mas presente)</em>. E, nos &#250;ltimos anos, com a expans&#227;o do uso (incluindo indica&#231;&#245;es menos formais ou at&#233; est&#233;ticas), esse risco passou a chamar ainda mais aten&#231;&#227;o.</p><p>Seja para orientar os pacientes nas situa&#231;&#245;es em que o uso &#233; inevit&#225;vel, seja para frear indica&#231;&#245;es duvidosas, essa DozePrime &#233; essencial para o dia a dia de consult&#243;rio.</p><p>E o artigo base vem fresquinho: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMra2202438">uma revis&#227;o do NEJM de abril de 2026</a> que organiza exatamente esse caos, da fisiopatologia ao manejo pr&#225;tico.</p><blockquote><p><em>Mas antes, deixa eu alinhar um pouco a sua expectativa:</em> nosso foco aqui ser&#227;o <strong>as terapias hormonais com indica&#231;&#227;o cl&#237;nica bem estabelecida</strong>. O uso de esteroides com finalidade est&#233;tica fica fora dessa conversa, j&#225; teve sua pr&#243;pria Prime:</p><div class="digest-post-embed" data-attrs="{&quot;nodeId&quot;:&quot;86e476b9-7336-4f06-83d9-0e9698416121&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Autora: Kaliana Maria Nascimento Dias de Almeida (cardiologista e fellow de cardiologia do esporte pelo Instituto Dante Pazzanese)&quot;,&quot;cta&quot;:&quot;Read full story&quot;,&quot;showBylines&quot;:true,&quot;size&quot;:&quot;sm&quot;,&quot;isEditorNode&quot;:true,&quot;title&quot;:&quot;Esteroides anabolizantes e o cora&#231;&#227;o&quot;,&quot;publishedBylines&quot;:[{&quot;id&quot;:87706665,&quot;name&quot;:&quot;Doze por Oito&quot;,&quot;bio&quot;:&quot;Bem-vindos &#224; Doze por Oito! \nA sua plataforma de educa&#231;&#227;o continuada em cardiologia!&quot;,&quot;photo_url&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/52913199-892e-4628-8881-53beffbf218c_610x610.png&quot;,&quot;is_guest&quot;:false,&quot;bestseller_tier&quot;:100}],&quot;post_date&quot;:&quot;2025-04-30T22:38:50.984Z&quot;,&quot;cover_image&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/24f3ffd1-e534-4ba9-b833-5913910b135d_1024x1024.png&quot;,&quot;cover_image_alt&quot;:null,&quot;canonical_url&quot;:&quot;https://news.dozeporoito.com/p/esteroides-anabolizantes-e-o-coracao&quot;,&quot;section_name&quot;:&quot;DozeNews PRIME &#129351;&quot;,&quot;video_upload_id&quot;:null,&quot;id&quot;:162379392,&quot;type&quot;:&quot;newsletter&quot;,&quot;reaction_count&quot;:30,&quot;comment_count&quot;:1,&quot;publication_id&quot;:850625,&quot;publication_name&quot;:&quot;DozeNews - Cardiologia pela Doze por Oito&quot;,&quot;publication_logo_url&quot;:&quot;https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!-qr8!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fbucketeer-e05bbc84-baa3-437e-9518-adb32be77984.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe0c7141a-02a0-4234-9949-9e852dc77de8_252x252.png&quot;,&quot;belowTheFold&quot;:false,&quot;youtube_url&quot;:null,&quot;show_links&quot;:null,&quot;feed_url&quot;:null}"></div></blockquote><p>Agora sim, bora.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/hormonios-sexuais-e-o-risco-trombotico">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Café, cafeína e saúde cardiovascular]]></title><description><![CDATA[A orienta&#231;&#227;o de &#8220;corta o caf&#233;&#8221; precisa ser aposentada?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/cafe-cafeina-e-saude-cardiovascular</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/cafe-cafeina-e-saude-cardiovascular</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:30:51 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/a8d59440-9825-4926-83a5-a1ca5d2a2083_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Cardiologia Cl&#237;nica e Intervencionista)</h6><div><hr></div><p>Paciente senta na sua frente e, entre a conversa sobre a estatina e o resultado do &#250;ltimo Holter, solta: <em>&#8220;doutor, posso continuar tomando caf&#233;?&#8221;</em></p><blockquote><p>Quantas vezes, no autom&#225;tico, a gente respondeu <em>&#8220;melhor moderar, n&#233;?&#8221;</em></p></blockquote><p>Essa DozeNews PRIME &#233; para entendermos o porqu&#234; dessa resposta, se ela &#233; mesmo v&#225;lida ou se estamos exagerando.</p><p>Caf&#233; &#233;, talvez, <strong>a interven&#231;&#227;o farmacol&#243;gica mais consumida do planeta.</strong> Mais de <a href="https://www.mdpi.com/2072-6643/17/15/2558">2 bilh&#245;es de x&#237;caras por dia</a>, com cerca de 80&#8211;90% dos adultos no mundo expostos &#224; cafe&#237;na diariamente.</p><p>Apesar disso, por d&#233;cadas a cardiologia tratou o caf&#233; com desconfian&#231;a: arritmog&#234;nico, hipertensor, gatilho de morte s&#250;bita.</p><p>A evid&#234;ncia que se acumulou nos &#250;ltimos 15 anos, coroada por um ensaio randomizado publicado no final de 2025 na JAMA, vem desmontando, pe&#231;a por pe&#231;a, essa narrativa.</p><p>Aqui, vamos revisar o que sabemos hoje sobre: farmacologia, press&#227;o arterial, arritmias (incluindo o recente <strong>DECAF trial</strong>), l&#237;pides, desfechos duros (AVC, DAC, mortalidade), benef&#237;cios extracard&#237;acos as situa&#231;&#245;es em que <strong>ainda</strong> faz sentido moderar.</p><p>&#9888;&#65039; <strong>Antes de come&#231;ar &#8212; um disclaimer necess&#225;rio sobre epidemiologia nutricional</strong></p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/cafe-cafeina-e-saude-cardiovascular">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Manejo pós-AVC]]></title><description><![CDATA[Da interna&#231;&#227;o &#224; alta. Como o cardiologista deve agir?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-avc</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-avc</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 23:36:02 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/9f3e36e8-1878-4a33-81b8-6b0971fee7ab_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>Existem doen&#231;as que v&#227;o al&#233;m de &#250;nica especialidade. E nesse grupo n&#227;o tem como n&#227;o pensarmos no <strong>acidente vascular cerebral (AVC).</strong></p><p>N&#227;o concorda? Em fevereiro, o NEJM publicou um artigo de revis&#227;o intitulado <em><strong><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMcp2415601">Secondary Prevention after Ischemic Stroke</a>. </strong></em>E adivinha em quais abas de especialidades ele aparecia no site da revista?</p><blockquote><p>Isso mesmo: cardiologia, neurologia e cl&#237;nica m&#233;dica.</p></blockquote><p>Se isso n&#227;o te convenceu ainda, deixa eu tentar de outra forma.</p><p>Tenho certeza que voc&#234; j&#225; recebeu no consult&#243;rio ou foi chamado para interconsulta intra-hospitalar de um paciente no p&#243;s-AVC. Sim, o manejo inicial &#233; territ&#243;rio da neurologia, mas o <strong>papel do cardiologista &#233; absolutamente central na investiga&#231;&#227;o etiol&#243;gica e, principalmente, na preven&#231;&#227;o de novos eventos.</strong></p><p>O que define o progn&#243;stico desse paciente n&#227;o &#233; apenas o evento agudo&#8230; mas o que fazemos depois dele.</p><p>Por tudo isso, resolvemos trazer esse tema &#224; DozePrime da semana, utilizando como base o artigo do NEJM j&#225; citado, como tamb&#233;m as recomenda&#231;&#245;es presentes na <a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STR.0000000000000375">diretriz da AHA de 2021 de preven&#231;&#227;o secund&#225;ria no AVC</a>.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-avc">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ácido Bempedoico]]></title><description><![CDATA[Da farmacologia molecular ao CLEAR Outcomes: tudo o que voc&#234; precisa saber para prescrever (e discutir) essa mol&#233;cula com propriedade.]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/acido-bempedoico</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/acido-bempedoico</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:06:16 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/cbf002ed-b9cc-48e2-ab63-f474f2557ae4_2752x1536.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Cardiologia Cl&#237;nica e Intervencionista)O cen&#225;rio das dislipidemias em 2026</h6><div><hr></div><h1>O cen&#225;rio das dislipidemias em 2026</h1><p>Se tem uma coisa que a cardiologia moderna nos ensinou, &#233; que <strong>reduzir LDL-C salva vidas</strong>. </p><p>A rela&#231;&#227;o &#233; quase linear: para cada <strong>39 mg/dL de queda no LDL-C</strong>, espera-se uma <strong>redu&#231;&#227;o de ~22% nos eventos cardiovasculares maiores:</strong> dado robusto da metan&#225;lise do <em>CTT Collaboration</em> publicada no <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(10)61350-5/fulltext">Lancet em 2010</a>.</p><p>As <strong>estatinas</strong> s&#227;o, sem discuss&#227;o, o grande alicerce desse tratamento. </p><p>Temos mais de 28 grandes ensaios randomizados e suas metan&#225;lises consolidando esse papel.</p><p>Somando-se a elas, o <strong>ezetimibe,</strong> que no <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1410489">IMPROVE-IT (NEJM 2015)</a> mostrou benef&#237;cio adicional modesto por&#233;m significativo em p&#243;s-SCA, e os <strong>inibidores de PCSK9</strong> (evolocumabe no <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1615664">FOURIER, NEJM 2017</a> e <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2514428?query=featured_cardiology">VESALIUS-CV</a>); alirocumabe no <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1801174">ODYSSEY OUTCOMES NEJM 2018</a> e o inclisiran), que mostraram redu&#231;&#245;es impressionantes de LDL-C na casa de 50-60% sobre a base, completam o arsenal &#8220;cl&#225;ssico&#8221;.</p><blockquote><p>Mas e quando o paciente n&#227;o tolera estatina? Ou quando, mesmo com tudo otimizado conforme o poss&#237;vel (levando em conta os custos do iPCSK9), o LDL n&#227;o chega na meta?</p></blockquote><p>&#201; a&#237; que entra o <strong>&#225;cido bempedoico:</strong> o primeiro inibidor oral da ATP-citrato liase (ACL) aprovado para uso cl&#237;nico. </p><p>E em 2023, com a publica&#231;&#227;o do <strong>CLEAR Outcomes</strong>, ele deixou de ser apenas uma droga que &#8220;baixa LDL&#8221; para se tornar uma droga que <strong>reduz eventos cardiovasculares</strong>.</p><p>Nessa edi&#231;&#227;o da PRIME, vamos mergulhar a fundo: da mol&#233;cula &#224; pr&#225;tica cl&#237;nica.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/acido-bempedoico">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Tudo sobre o VO2]]></title><description><![CDATA[O que seu paciente quer saber e o que a evid&#234;ncia realmente diz]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/tudo-sobre-o-vo2</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/tudo-sobre-o-vo2</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 21:12:42 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/f2683ad7-6ea5-435b-92aa-b1b4b2ea55d5_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autores: Fernanda Justo (Cardiologia do Esporte) e Mateus Prata (Cardiologia Cl&#237;nica e Invervencionista)</h6><div><hr></div><p>Seu paciente chegou no consult&#243;rio com o Apple Watch no pulso e uma pergunta: &#8220;Doutor, meu VO2 m&#225;ximo caiu. Preciso me preocupar?&#8221;</p><p>Se voc&#234; n&#227;o soube o que responder com seguran&#231;a, n&#227;o se preocupe. Pensamos que a maioria dos cardiologistas tamb&#233;m n&#227;o saberia.</p><div class="pullquote"><p><strong>O VO2m&#225;x virou o novo colesterol das redes sociais de sa&#250;de.</strong></p></div><p><em>Influencers</em> prescrevem metas num&#233;ricas, rel&#243;gios estimam valores sem an&#225;lise de gases e <em>podcasters</em> afirmam que &#233; &#8220;o maior preditor singular de longevidade&#8221;.</p><p>Mas o que a evid&#234;ncia realmente sustenta? O que &#233; fisiologia s&#243;lida e o que &#233; narrativa inflada?</p><p>Essa edi&#231;&#227;o da PRIME vai te dar substrato para responder com propriedade.</p><div><hr></div><h2>O que o VO2m&#225;x realmente representa</h2><p></p><p>Precisamos come&#231;ar com conceitos: <strong>o que &#233; VO2?</strong></p><div class="callout-block" data-callout="true"><p><strong>VO2m&#225;x</strong> &#233; a taxa m&#225;xima de consumo de oxig&#234;nio durante exerc&#237;cio progressivo at&#233; a exaust&#227;o.</p></div><blockquote><p>Parece simples, mas por tr&#225;s desse n&#250;mero existe uma f&#243;rmula que reflete a efici&#234;ncia simult&#226;nea de quatro sistemas: pulm&#245;es (troca gasosa), cora&#231;&#227;o (d&#233;bito card&#237;aco), vasculatura perif&#233;rica (distribui&#231;&#227;o de fluxo) e musculatura esquel&#233;tica (extra&#231;&#227;o e utiliza&#231;&#227;o de O2).</p></blockquote><p>Uma forma visual de pensar o VO2 &#233; imaginar o seguinte cen&#225;rio: imagine s&#243; que o elevador quebrou e voc&#234; precisa subir alguns lances de escada.</p><p>Para que este movimento aconte&#231;a, uma sequ&#234;ncia de fen&#244;menos quase autom&#225;ticos precisam estar alinhados:</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/tudo-sobre-o-vo2">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A doença isquêmica na mulher]]></title><description><![CDATA[Menos mulheres adoecem, mas mais morrem. Por que?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/a-doenca-isquemica-na-mulher</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/a-doenca-isquemica-na-mulher</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:35:27 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/e73196f2-deec-4f99-8976-2727a99ddac5_1671x940.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Marcos Meniconi (Cardiologista Cl&#237;nico e Intervencionista)</h6><div><hr></div><p><strong>Que homens e mulheres s&#227;o diferentes, todo mundo sabe.</strong></p><p>Na medicina, apesar de discutirmos fatores de risco sexo-espec&#237;ficos e respostas distintas aos tratamentos, poucos de n&#243;s realmente incorporam esse refinamento na pr&#225;tica cl&#237;nica.</p><p>E tem mais: a hist&#243;rica sub-representa&#231;&#227;o das mulheres nos estudos, somada &#224;s diferen&#231;as na preval&#234;ncia de comorbidades, tamb&#233;m impacta diretamente o cuidado que oferecemos.</p><ul><li><p>Homens e mulheres aparentemente semelhantes acabam sendo tratados da mesma forma quando, na verdade, deveriam ser manejados de maneira distinta para alcan&#231;armos os melhores desfechos.</p></li></ul><p><strong>Na doen&#231;a isqu&#234;mica do cora&#231;&#227;o (</strong><em><strong>do ingl&#234;s, IHD</strong></em><strong>), isso n&#227;o &#233; diferente.</strong></p><p>O cuidado come&#231;a, inclusive, pela nomenclatura. Ao migrarmos do conceito tradicional de doen&#231;a arterial coron&#225;ria (DAC) para IHD, ampliamos o olhar para al&#233;m da obstru&#231;&#227;o epic&#225;rdica, incorporando mecanismos como <strong>disfun&#231;&#227;o microvascular e altera&#231;&#245;es funcionais como causas de angina.</strong></p><p>E os n&#250;meros chamam aten&#231;&#227;o: a IHD &#233; respons&#225;vel por cerca de <strong>34% das mortes por doen&#231;a cardiovascular</strong>, com um custo anual estimado em &#8364;77 bilh&#245;es.</p><p>&#192; primeira vista, a mortalidade &#233; aproximadamente duas vezes maior em homens. Mas quando ajustamos esses dados pela preval&#234;ncia, o cen&#225;rio muda, e muito. Em diversos pa&#237;ses, <strong>as mulheres apresentam taxas de mortalidade padronizadas por idade consistentemente mais altas.</strong></p><p>&#128073;&#127996; Ou seja: menos mulheres adoecem, mas aquelas que adoecem morrem mais.</p><blockquote><p>Antes de avan&#231;armos, vale um ponto conceitual importante: <strong>sexo e g&#234;nero n&#227;o s&#227;o sin&#244;nimos.</strong></p><p>Sexo refere-se aos aspectos biol&#243;gicos (gen&#233;tica, horm&#244;nios, anatomia). J&#225; o g&#234;nero envolve constru&#231;&#245;es socioculturais, como comportamentos, pap&#233;is e identidade.</p><p>Na IHD, essa intera&#231;&#227;o &#233; tudo menos simples. Fatores biol&#243;gicos se misturam a padr&#245;es de comportamento e acesso ao cuidado, tornando dif&#237;cil separar onde termina o sexo e come&#231;a o g&#234;nero.</p></blockquote><p>No fim das contas, pouco importa quem &#8220;leva mais culpa&#8221;: o que importa &#233; reconhecer que <strong>essa combina&#231;&#227;o molda, de forma decisiva, o risco, a apresenta&#231;&#227;o e os desfechos das mulheres com doen&#231;a isqu&#234;mica.</strong></p><p>E se a gente n&#227;o enxergar isso&#8230; vai continuar errando.</p><p>Cuidemos bem de nossas mulheres.</p><p>&#128218; Em tempo, as nossas refer&#234;ncias ficam por conta de 2 belas revis&#245;es do <em>European Journal of Cardiology:</em></p><ul><li><p><em><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article/doi/10.1093/eurheartj/ehaf728/8276836">Stable angina in young women</a></em><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article/doi/10.1093/eurheartj/ehaf728/8276836"> (2025)</a>;</p></li><li><p><em><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/article-lookup/doi/10.1093/eurheartj/ehaf1059">Sex and gender differences in coronary pathophysiology and ischaemic heart disease</a></em><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/article-lookup/doi/10.1093/eurheartj/ehaf1059"> </a>(2026).</p></li></ul>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/a-doenca-isquemica-na-mulher">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Insuficiência cardíaca e doença renal]]></title><description><![CDATA[Fisiopatologia, diagn&#243;stico e manejo.]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/insuficiencia-cardiaca-e-doenca-renal</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/insuficiencia-cardiaca-e-doenca-renal</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 25 Mar 2026 21:12:43 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/5e34167b-2627-42b6-b00d-bf3d81f0d6f0_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Existe dupla mais problem&#225;tica que cora&#231;&#227;o e rins? </p><p>A sobreposi&#231;&#227;o entre <strong>insufici&#234;ncia card&#237;aca (IC)</strong> e <strong>doen&#231;a renal cr&#244;nica (DRC)</strong> &#233; comum, <strong>e perigosa.</strong></p><p>Estima-se que <strong>10&#8211;30% dos pacientes com DRC evoluam com IC</strong>, enquanto <strong>30&#8211;60% dos pacientes com IC apresentam DRC</strong> ao longo da evolu&#231;&#227;o da doen&#231;a. Essa interse&#231;&#227;o cria um cen&#225;rio cl&#237;nico particularmente desafiador, marcado por maior risco de hospitaliza&#231;&#245;es, progress&#227;o de doen&#231;a e mortalidade.</p><blockquote><p>Talvez isso ajude a explicar a cl&#225;ssica rela&#231;&#227;o de amor e &#243;dio entre cardiologistas e nefrologistas&#8230; <em>rs</em>.</p></blockquote><p>Nos &#250;ltimos anos, diversas terapias trouxeram avan&#231;os importantes no tratamento tanto da IC quanto da DRC. Ainda assim, quando essas duas condi&#231;&#245;es coexistem, permanecem v&#225;rias lacunas, especialmente na <strong>fisiopatologia compartilhada, na interpreta&#231;&#227;o de biomarcadores e nas estrat&#233;gias diagn&#243;sticas e terap&#234;uticas ideais</strong>.</p><p>E para os nefrologistas n&#227;o dizerem que os cardiologistas n&#227;o se preocupam com os rins, resolvemos dedicar esta DozePrime para explorar os mist&#233;rios dessa complexa rela&#231;&#227;o entre <strong>IC e DRC</strong>.</p><p>&#128218; Nossa base para essa discuss&#227;o foi a revis&#227;o publicada no <em>JACC: Heart Failure</em> intitulada <strong><a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jchf.2026.102943">&#8220;Kidney Disease and Heart Failure: Recent Advances and Current Challenges.&#8221;</a></strong></p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/insuficiencia-cardiaca-e-doenca-renal">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Terapias baseadas no GLP-1]]></title><description><![CDATA[Da teoria &#224; pr&#225;tica com Ozempic e Mounjaro]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/terapias-baseadas-no-glp-1</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/terapias-baseadas-no-glp-1</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 19 Mar 2026 00:28:34 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/4e2cb0c7-3122-482d-af02-7fc3a5a68f55_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Cardiologista Cl&#237;nico e Intervencionista)</h6><div><hr></div><p>Poucos assuntos na medicina mudaram tanto de patamar em t&#227;o pouco tempo quanto as <strong>terapias baseadas no GLP-1</strong>. </p><p>Em menos de uma d&#233;cada, sa&#237;mos do controle glic&#234;mico para prote&#231;&#227;o cardiovascular e tratamento da obesidade com impacto em desfechos duros.</p><blockquote><p>O problema? A velocidade com que as evid&#234;ncias surgem fez com que muita gente ficasse confusa com nomes comerciais, indica&#231;&#245;es, doses e, principalmente, com os potenciais riscos de fazer uso indiscriminado dessas medica&#231;&#245;es.</p></blockquote><p>Nesta edi&#231;&#227;o, a Doze vai colocar ordem na casa. </p><p>Vamos cobrir o essencial sobre <strong>semaglutida</strong> e <strong>tirzepatida</strong>, pincelar a <strong>liraglutida</strong> (que abriu o caminho) e comentar o que vem por a&#237; com a <strong>retatrutida</strong>. N&#227;o vamos abordar os inibidores da DPP-4, que s&#227;o outra estrat&#233;gia baseada em incretinas, e que perderam for&#231;a na redu&#231;&#227;o de peso e de desfechos cardiovasculares.</p><p>Dividimos essa edi&#231;&#227;o em 4 grandes blocos:</p><blockquote><ol><li><p>Mecanismo de a&#231;&#227;o (r&#225;pido e direto)</p></li><li><p>Indica&#231;&#245;es e evid&#234;ncias: no diab&#233;tico, no obeso sem diabetes e no obeso com ICFEp</p></li><li><p>Precau&#231;&#245;es e efeitos adversos</p></li><li><p>Tabela pr&#225;tica de doses e escalonamento</p></li></ol></blockquote><p>Vamos l&#225;?</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/terapias-baseadas-no-glp-1">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Doença arterial carotídea assintomática]]></title><description><![CDATA[Eu rastreio, tu rasteias, n&#243;s rastreamos... Mas como manejar?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/doenca-arterial-carotidea-assintomatica</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/doenca-arterial-carotidea-assintomatica</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 12 Mar 2026 09:02:39 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/f01cc7c5-1dba-4682-96fa-5b5148237c9b_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>A solicita&#231;&#227;o de <strong>US Doppler arterial de car&#243;tidas e vertebrais</strong> j&#225; se tornou um verdadeiro cl&#225;ssico do atendimento ambulatorial cardiol&#243;gico.</p><p>Em parte, o pedido &#233; justificado pela busca de <strong>doen&#231;a ateroscler&#243;tica subcl&#237;nica</strong> e como ferramenta adicional na <strong>estratifica&#231;&#227;o do risco cardiovascular</strong>. Em outros momentos, isso ocorre sob a press&#227;o do pr&#243;prio paciente <em>(j&#225; acostumado a realizar esse inofensivo exame anualmente)</em>. </p><blockquote><p>O problema &#233; que raramente paramos para discutir os dois extremos dessa conduta: <strong>o in&#237;cio e o fim dela</strong>.</p></blockquote><p>Ser&#225; que realmente precisamos fazer esse rastreio?<br>E, mais importante ainda: <strong>o que fazer quando encontramos uma estenose mais significativa em um paciente completamente assintom&#225;tico?</strong></p><p>&#201; exatamente aqui que come&#231;a o dilema.</p><p>Por isso, a DozeNews Prime de hoje tem um objetivo claro: <strong>trazer luz &#224;s indica&#231;&#245;es de rastreio da doen&#231;a arterial carot&#237;dea assintom&#225;tica e discutir como devemos conduzir esses pacientes na pr&#225;tica cl&#237;nica.</strong></p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/doenca-arterial-carotidea-assintomatica">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Delirium na Medicina Cardiovascular]]></title><description><![CDATA[Plant&#227;o sim e plant&#227;o tamb&#233;m voc&#234; ter&#225; esse problema]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/delirium-na-medicina-cardiovascular</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/delirium-na-medicina-cardiovascular</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 05 Mar 2026 01:10:16 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/c386d7b3-1b86-44bf-a454-d6cdd8a06fb3_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Talvez, se voc&#234; passasse rapidamente pela <a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article-abstract/doi/10.1093/eurheartj/ehag088/8490450">&#250;ltima revis&#227;o do </a><em><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article-abstract/doi/10.1093/eurheartj/ehag088/8490450">European Heart Journal</a></em><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article-abstract/doi/10.1093/eurheartj/ehag088/8490450"> sobre </a><strong><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article-abstract/doi/10.1093/eurheartj/ehag088/8490450">Delirium na Medicina Cardiovascular</a></strong>, esse n&#227;o seria o primeiro artigo que voc&#234; escolheria para ler.</p><blockquote><p>At&#233; chegar no plant&#227;o naquela mesma semana.</p><p>E &#224;s 03h17 da manh&#227; o telefone tocar.</p><p>&#8220;Doutor(a), o senhor do leito 12 est&#225; muito confuso&#8230;&#8221;</p></blockquote><p>Voc&#234; desce, encontra aquele &#8220;<em>v&#244;</em>&#8221; agitado, arrancando monitor, tentando sair da cama. Ou pior: hipoativo, sonolento, desconectado do mundo, e quase ningu&#233;m percebeu.</p><p>&#201; justamente ali, no sil&#234;ncio desconfort&#225;vel da madrugada, que come&#231;am as perguntas:</p><p><em>&#8220;Preciso mesmo medicar? Se for medicar, qual &#233; a melhor op&#231;&#227;o para ele n&#227;o acordar &#8216;chumbado&#8217; amanh&#227;? Estou deixando passar algum fator desencadeante? Isso muda progn&#243;stico ou &#233; s&#243; um evento transit&#243;rio?&#8221;</em></p><p>A verdade &#233; que, plant&#227;o sim, plant&#227;o tamb&#233;m, vamos nos deparar com esse cen&#225;rio, especialmente na cardiologia moderna, cada vez mais intervencionista, mais idosa e mais complexa.</p><p>E &#233; exatamente por isso que essa revis&#227;o do <em>European Heart Journal</em> merece nossa aten&#231;&#227;o.</p><p>Delirium n&#227;o &#233; apenas &#8220;confus&#227;o do idoso&#8221;. &#201; <strong>marcador de pior progn&#243;stico, maior mortalidade, decl&#237;nio cognitivo persistente e aumento do tempo de interna&#231;&#227;o.</strong></p><p>Nesta DozePrime, vamos organizar o caos da madrugada. <strong>Vamos nessa?</strong> &#128640;</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/delirium-na-medicina-cardiovascular">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A nova diretriz de TEP]]></title><description><![CDATA[O que voc&#234; achou que sabia, mas mudou]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/a-nova-diretriz-de-tep</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/a-nova-diretriz-de-tep</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 26 Feb 2026 00:47:26 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/59a10463-5c3e-4507-b858-102a25375a64_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Ser&#225; que o primeiro sinal de que voc&#234; est&#225; ficando &#8220;velho&#8221; na medicina &#233; quando aquilo que voc&#234; conduzia quase de olhos fechados come&#231;a, de repente, <em>a mudar</em>?</p><blockquote><p>&#128117;&#127996; Se essa for a defini&#231;&#227;o&#8230; talvez seja hora de eu me preocupar.</p><p>Foi exatamente assim que me senti ao ler a <a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/CIR.0000000000001415">nova diretriz de Tromboembolismo Pulmonar (TEP) da AHA/ACC 2026 .</a></p></blockquote><p>O TEP sempre foi aquela entidade que a gente aprende a respeitar cedo na forma&#231;&#227;o. Dor pleur&#237;tica, dispneia s&#250;bita, taquicardia. Wells, D-d&#237;mero, angioTC. </p><ul><li><p><em>Estratifica em baixo risco, intermedi&#225;rio, alto risco &#10145;&#65039; Anticoagula &#10145;&#65039; Trombolisa se chocar &#10145;&#65039; Pr&#243;ximo caso.</em></p></li></ul><p>Era quase um roteiro de plant&#227;o.</p><p>S&#243; que a nova diretriz chega e basicamente diz: &#9995;&#127996; <em>&#8220;Calma l&#225;. N&#227;o &#233; t&#227;o simples assim.&#8221;</em></p><blockquote><p>E n&#227;o &#233; mesmo.</p></blockquote><p>O documento n&#227;o &#233; uma atualiza&#231;&#227;o incremental. Ele reorganiza o racioc&#237;nio. Introduz uma nova classifica&#231;&#227;o cl&#237;nica, as <strong>AHA/ACC Acute PE Clinical Categories (A&#8211;E)</strong>, que abandona a l&#243;gica simplista do &#8220;baixo vs alto risco&#8221; e passa a integrar <strong>gravidade cl&#237;nica, instabilidade hemodin&#226;mica, comprometimento respirat&#243;rio, biomarcadores e fun&#231;&#227;o de ventr&#237;culo direito</strong> em um espectro cont&#237;nuo de risco.</p><p>Ou seja: o TEP deixa de ser apenas um evento tromb&#243;tico pulmonar e passa a ser encarado como uma s&#237;ndrome cardiovascular aguda, din&#226;mica, com m&#250;ltiplas camadas de gravidade.</p><p>E &#233; exatamente essa virada de chave que vamos destrinchar a partir de agora.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/a-nova-diretriz-de-tep">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Atualizações em Amiloidose Cardíaca]]></title><description><![CDATA[O novo consenso para o diagn&#243;stico e manejo da Amiloidose Card&#237;aca do ACC]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/atualizacoes-em-amiloidose-cardiaca</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/atualizacoes-em-amiloidose-cardiaca</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 18 Feb 2026 23:47:23 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/ea58675b-84a5-4f61-adfa-76489f1ce070_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Quem &#233; m&#233;dico um pouco mais antigo fica com uma sensa&#231;&#227;o saudosista toda vez que ouve falar de amiloidose card&#237;aca. </p><p>Afinal, em poucos anos sa&#237;mos de uma &#233;poca em que s&#243; &#233;ramos apresentados a essa condi&#231;&#227;o em aulas de hematologia e associado ao famigerado &#8220;vermelho do Congo&#8221;, para, o hoje, em que <strong>a suspeita de amiloidose precisa fazer parte do dia a dia do cardiologista.</strong></p><p>Nessa contexto, a amiloidose deixou de ser a &#8220;zebra&#8221; quando escutamos o &#8220;galopar&#8221; da IC FEp e da cardiopatia restritiva. </p><blockquote><p>E, sejamos honestos, isso n&#227;o aconteceu por acaso.</p></blockquote><p>Nos &#250;ltimos anos, especialmente na <strong>amiloidose por transtirretina (ATTR-CM)</strong>, houve uma verdadeira revolu&#231;&#227;o silenciosa. </p><ul><li><p>Primeiro, aprendemos a diagnosticar melhor,  inclusive de forma n&#227;o invasiva, algo impens&#225;vel h&#225; duas d&#233;cadas. </p></li><li><p>Depois, vieram as terapias modificadoras de doen&#231;a. </p></li><li><p>E agora, entramos numa fase ainda mais sofisticada: m&#250;ltiplas op&#231;&#245;es terap&#234;uticas, discuss&#227;o sobre qual estrat&#233;gia escolher, e at&#233; perspectivas de edi&#231;&#227;o g&#234;nica.</p></li></ul><p>Por falar em saudosismo, n&#243;s j&#225; discutimos sobre amiloidose aqui na <a href="https://news.dozeporoito.com/p/amiloidose-cardiaca?utm_source=publication-search">Prime, l&#225; em 2023.</a> </p><blockquote><p>Uma edi&#231;&#227;o que me orgulho muit&#237;ssimo, sem mod&#233;stia nenhuma <em>rs.</em></p></blockquote><p>Mas, como toda boa hist&#243;ria que evolui r&#225;pido demais, aquele cap&#237;tulo j&#225; ficou curto. De l&#225; para c&#225;, novos dados foram publicados, novos f&#225;rmacos foram incorporados e a discuss&#227;o deixou de ser &#8220;vale a pena tratar?&#8221; para se tornar &#8220;qual tratamento escolher, para qual paciente, e em que momento?&#8221;.</p><p><a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2025.09.004">O novo documento do ACC do fim de 2025</a> sobre avalia&#231;&#227;o e manejo da ATTR-CM deixa isso muito claro: <strong>n&#227;o estamos mais na era do diagn&#243;stico tardio e do manejo exclusivamente sintom&#225;tico.</strong> Estamos na era da interven&#231;&#227;o precoce, da estratifica&#231;&#227;o individualizada e das perguntas ainda sem resposta.</p><p>E &#233; exatamente isso que vamos discutir hoje.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/atualizacoes-em-amiloidose-cardiaca">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Remodelamento Cardíaco e Fração de Ejeção Melhorada]]></title><description><![CDATA[Da fisiopatologia ao dilema da retirada terap&#234;utica]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/remodelamento-cardiaco-e-fracao-de</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/remodelamento-cardiaco-e-fracao-de</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 12 Feb 2026 00:21:40 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/06202b77-0063-43c7-8c7c-5e40197e786a_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Raphael Rossi (cardiologista e preceptor do setor de coronariopatias do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Vamos come&#231;ar pelo &#243;bvio porque, quando se trata de IC, at&#233; o &#243;bvio parece ser pol&#234;mico.</p><p>Faz tempo que a IC deixou de ser um diagn&#243;stico est&#225;tico, carimbado por um n&#250;mero de fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o. </p><blockquote><p><em>Se voc&#234; s&#243; passa o olho na FEVE no ECO sem checar os demais par&#226;metros, j&#225; passou da hora de rever os seus conceitos rs.</em></p></blockquote><p>Hoje, ela &#233; corretamente entendida como uma <strong>s&#237;ndrome cl&#237;nica din&#226;mica</strong>, resultado da intera&#231;&#227;o cont&#237;nua entre altera&#231;&#245;es estruturais e/ou funcionais do cora&#231;&#227;o e respostas neuro-hormonais sist&#234;micas, com express&#227;o cl&#237;nica vari&#225;vel ao longo do tempo.</p><p>A <strong>Defini&#231;&#227;o Universal de Insufici&#234;ncia Card&#237;aca (2021)</strong> foi um passo importante justamente por colocar ordem nesse racioc&#237;nio: </p><div class="pullquote"><p>IC &#233; s&#237;ndrome cl&#237;nica, sustentada por <strong>evid&#234;ncia estrutural ou funcional</strong> e corroborada por <strong>biomarcadores e/ou congest&#227;o objetiva.</strong> </p></div><p>Parece simples, e &#233;. Mas muda tudo.</p><p>Essa defini&#231;&#227;o &#233; particularmente relevante porque:</p><ul><li><p>tira a fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o do pedestal isolado,</p></li><li><p>incorpora biomarcadores de forma estrutural,</p></li><li><p>e, principalmente, reconhece a IC como um <em><strong>continuum</strong></em><strong> fisiopatol&#243;gico</strong>, que vai do risco &#224; doen&#231;a avan&#231;ada.</p></li></ul><p>Do ponto de vista epidemiol&#243;gico, nada animador: a IC &#233; uma <strong>epidemia silenciosa</strong>, afetando mais de 64 milh&#245;es de pessoas no mundo. E a tend&#234;ncia &#233; somente de crescimento com o envelhecimento populacional e com o sucesso no tratamento de infartos e demais miocardiopatias. </p><p>O paradoxo &#233; conhecido: salvamos mais cora&#231;&#245;es, e convivemos mais com insufici&#234;ncia card&#237;aca. As taxas de mortalidade seguem compar&#225;veis &#224;s de muitos c&#226;nceres s&#243;lidos.</p><p>Nesse cen&#225;rio, a terapia guiada por diretrizes mudou o jogo. <strong>Cada vez mais pacientes melhoram a fun&#231;&#227;o ventricular esquerda,</strong> criando novos fen&#243;tipos cl&#237;nicos que desafiam classifica&#231;&#245;es antigas e decis&#245;es terap&#234;uticas autom&#225;ticas. </p><p>&#201; esse o tema que iremos discutir a partir de agora.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/remodelamento-cardiaco-e-fracao-de">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Os fatores de risco não-convencionais]]></title><description><![CDATA[O mundo al&#233;m dos SMuRFs]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/os-fatores-de-risco-nao-convencionais</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/os-fatores-de-risco-nao-convencionais</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 04 Feb 2026 23:36:02 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/52c3e797-9908-491e-b8ca-4bacb9f34258_1536x1024.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Tenho certeza de que voc&#234; conhece bem os <strong>SMuRFs</strong>. <em>E n&#227;o estou falando dos bichinhos azuis que fogem do Gargamel.</em></p><p>Aqui eles representam os principais vil&#245;es da cardiologia: <strong>os </strong><em><strong>Standard Modifiable Risk Factors, </strong></em><strong>ou, no bom e velho portugu&#234;s, os fatores de risco modific&#225;veis.</strong></p><ul><li><p>Ou seja, aqueles conhecidos fatores de risco que fazem parte de todas as calculadoras: hipertens&#227;o, diabetes, obesidade, tabagismo&#8230;</p></li></ul><p>O problema &#233; que, apesar de conhecermos esses vil&#245;es h&#225; d&#233;cadas, e de persegui-los com bastante empenho, temos falhado mais do que o pr&#243;prio Gargamel. As doen&#231;as cardiovasculares seguem firmes como a principal causa de morte no mundo, respondendo por cerca de <strong>1/3 dos &#243;bitos globais</strong>.</p><blockquote><p><em>Estranho, n&#227;o?!</em> Doen&#231;as com fatores de risco t&#227;o bem descritos, mensur&#225;veis e, em teoria, preven&#237;veis&#8230; e ainda assim vencendo essa batalha com tanta folga.</p><p>Pela l&#243;gica, seria de se esperar que, com o avan&#231;o no diagn&#243;stico, no tratamento e no controle dos fatores de risco cl&#225;ssicos, a mortalidade cardiovascular estivesse em queda consistente ao longo dos anos. <strong>Mas n&#227;o &#233; isso que os dados mostram, especialmente fora dos pa&#237;ses de alta renda.</strong></p></blockquote><p>A essa altura, voc&#234; provavelmente j&#225; matou a charada: <strong>olhar apenas para os SMuRFs n&#227;o &#233; mais suficiente</strong>.</p><p>Est&#225; mais do que na hora de ampliarmos o foco e entendermos outros determinantes que influenciam <em>(e muito!)</em> o risco cardiovascular dos nossos pacientes. Fatores que n&#227;o entram nas calculadoras, mas moldam o risco desde muito antes do primeiro consult&#243;rio: <strong>o contexto social, o ambiente em que se vive, o acesso a cuidados de sa&#250;de e as pol&#237;ticas p&#250;blicas.</strong></p><p>&#201; exatamente isso que vamos discutir hoje, guiados pelo estado da arte:<br><em><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/article/46/30/2959/8117241">Social factors, health policy, and environment: implications for cardiovascular disease across the globe</a></em>, publicado no <em>European Heart Journal</em> em 2025.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/os-fatores-de-risco-nao-convencionais">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Revascularização na cardiopatia isquêmica]]></title><description><![CDATA[Afinal, quando indicar?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/revascularizacao-na-cardiopatia-isquemica</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/revascularizacao-na-cardiopatia-isquemica</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 29 Jan 2026 00:00:32 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/84820a33-96c3-48a5-971d-39a1b79b74f6_800x533.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Na &#250;ltima DozeNews discutimos o seguinte tema <em><strong>&#8220;Quando a evid&#234;ncia envelhece?&#8221;</strong></em>. </p><ul><li><p>Quando falamos de cardiopatia isqu&#234;mica esse t&#243;pico parece se encaixar perfeitamente.</p></li></ul><p>Se ap&#243;s a publica&#231;&#227;o do STICHES, em 2016, a revasculariza&#231;&#227;o dos pacientes com IC FER de etiologia isqu&#234;mica parecia praticamente indiscut&#237;vel, tudo come&#231;ou a mudar ap&#243;s o REVIVED.</p><p>Pela primeira vez, um ensaio cl&#237;nico randomizado contempor&#226;neo, com terapia medicamentosa otimizada e uso amplo de dispositivos, mostrou que a angioplastia <strong>n&#227;o reduziu mortalidade nem hospitaliza&#231;&#245;es por insufici&#234;ncia card&#237;aca</strong>, mesmo em pacientes com disfun&#231;&#227;o ventricular grave, doen&#231;a coron&#225;ria extensa e viabilidade mioc&#225;rdica documentada.</p><p>O impacto foi imediato: aquilo que por anos foi encarado como um reflexo quase autom&#225;tico, &#8220;FE baixa + DAC importante = revascularizar&#8221;, passou a exigir uma pausa para reflex&#227;o. A pergunta deixou de ser <em><strong>&#8220;como revascularizar?&#8221;</strong></em><strong> e voltou a ser </strong><em><strong>&#8220;se devemos revascularizar&#8221;</strong></em><strong>.</strong></p><p>Mais do que um embate entre cirurgia e angioplastia, STICH e REVIVED expuseram algo maior: a necessidade de abandonar decis&#245;es baseadas apenas em plausibilidade fisiopatol&#243;gica e revisitar, com mais cuidado, <strong>quem realmente se beneficia da revasculariza&#231;&#227;o na cardiopatia isqu&#234;mica com disfun&#231;&#227;o ventricular esquerda</strong>.</p><p>&#128218; &#201; nesse cen&#225;rio que entra o <a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jcin.2025.10.030">estado da arte publicado no JACC em 2025</a> que ser&#225; a base da nossa discuss&#227;o de hoje. </p><p>&#201; hora de entender a fisiopatologia, interpretar corretamente os <em>trials</em> e, principalmente, traduzir tudo isso em decis&#245;es pr&#225;ticas &#224; beira do leito.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/revascularizacao-na-cardiopatia-isquemica">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Endomiocardiofibrose]]></title><description><![CDATA[Por que?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/endomiocardiofibrose</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/endomiocardiofibrose</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 22 Jan 2026 00:27:39 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/a2cdcb5c-28cf-4e89-8a6c-47bc9c19ab25_800x533.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</h6><div><hr></div><p>Talvez voc&#234; esteja lendo este e-mail com um certo ceticismo, olhando para a tela do celular ou do computador e pensando:</p><p><em><strong>&#8220;S&#233;rio que vamos falar disso?&#8221;</strong></em></p><p>Afinal, por que discutir <strong>endomiocardiofibrose</strong> (EMF) quando existe uma longa lista de miocardiopatias muito mais prevalentes, frequentes no dia a dia e, sejamos sinceros,  bem mais &#8220;atuais&#8221; para revisar?</p><blockquote><p>Justamente por isso (!).</p></blockquote><p>De tempos em tempos, eu gosto de trazer para a DozePrime um tema que provavelmente ficou esquecido em alguma gaveta da sua mem&#243;ria. Aquele diagn&#243;stico que voc&#234; at&#233; estudou um dia, talvez na faculdade ou na resid&#234;ncia, mas que nunca mais voltou ao radar (e que, por isso mesmo, acaba n&#227;o sendo lembrado quando deveria).</p><p>E a pr&#225;tica cl&#237;nica &#233; cruel com quem n&#227;o lembra: <strong>diagn&#243;stico que n&#227;o vem &#224; cabe&#231;a simplesmente n&#227;o existe</strong>.</p><p>Em um pa&#237;s grande, diverso e desigual como o Brasil, h&#225; doen&#231;as que s&#227;o muito mais comuns do que imaginamos. E se elas n&#227;o estiverem &#8220;frescas&#8221; na nossa mem&#243;ria cl&#237;nica, passam batidas.</p><p>&#201; nesse contexto que entra a <strong>EMF</strong>.</p><p>Nesta revis&#227;o, vamos revisitar a doen&#231;a com um olhar atual, cl&#237;nico e pragm&#225;tico, apoiados nas principais refer&#234;ncias recentes sobre o tema, incluindo:</p><ul><li><p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40011660/">a revis&#227;o da </a><em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40011660/">Nature Reviews Cardiology</a></em> sobre os avan&#231;os recentes e poss&#237;veis terapias-alvo na endomiocardiofibrose;</p></li><li><p>uma <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41399600/">revis&#227;o narrativa publicada no </a><em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41399600/">Cureus</a></em>;</p></li><li><p>e uma <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32004118/">revis&#227;o do </a><em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32004118/">RadioGraphics</a></em> com foco no diagn&#243;stico por meio da resson&#226;ncia magn&#233;tica card&#237;aca.</p></li></ul><p>Respira fundo &#128558;&#8205;&#128168; . Essa &#233; daquelas leituras que fazem voc&#234; repensar alguns pacientes do passado&#8230; e reconhecer outros no futuro.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/endomiocardiofibrose">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[TAVI e longevidade: onde estamos e o que nos limita? ]]></title><description><![CDATA[As degenera&#231;&#245;es estruturais da pr&#243;tese da TAVI]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/tavi-e-longevidade-onde-estamos-e</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/tavi-e-longevidade-onde-estamos-e</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 15 Jan 2026 00:35:38 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/ad13afeb-500f-484b-ae48-df487f80b022_1132x1262.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Marcos Meniconi (cardiologista pelo Instituto Dante Pazzanese; hemodinamicista e especialista em cardiologia intervencionista pelo InCor)</h6><div><hr></div><p>Parece que foi ontem, mas j&#225; se passaram 23 anos do implante da primeira pr&#243;tese por cateter para o tratamento da estenose a&#243;rtica.</p><blockquote><p><em>Voc&#234; quer dizer TAVI?</em></p></blockquote><p><strong>Sim</strong>! A queridinha dos pacientes idosos que sofrem com a estenose a&#243;rtica. </p><p>Ap&#243;s in&#250;meros avan&#231;os e o estabelecimento dessa como terapia de escolha para pacientes de baixo a alto risco cir&#250;rgico a depender da idade, status performance e <em>&#8220;lifetime management&#8221;</em>, houve uma expans&#227;o da indica&#231;&#227;o do procedimento. </p><p>Atualmente, as diretrizes americana e europeia indicam a TAVI como tratamento da estenose a&#243;rtica (EAo) importante para pacientes <strong>acima dos 65 e 75 anos</strong>, respectivamente.</p><p> A realiza&#231;&#227;o de TAVI em pacientes mais jovens e com maior expectativa de vida, deixa-nos algumas perguntas <em>(que s&#227;o muito comuns de ouvirmos nos consult&#243;rios e na nossa pr&#243;pria cabe&#231;a)</em>:</p><ul><li><p><em>Quanto tempo vai durar o resultado do procedimento?</em></p></li><li><p><em>Qual o mecanismo de falha da pr&#243;tese?</em></p></li><li><p><em>Na ocasi&#227;o de disfun&#231;&#227;o da pr&#243;tese, como trataremos o paciente?</em></p></li><li><p><em>O que leva &#224; falha da pr&#243;tese?</em></p></li></ul><p>Bem vindos &#224; DozeNews Prime da semana!</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/tavi-e-longevidade-onde-estamos-e">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item></channel></rss>