<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:googleplay="http://www.google.com/schemas/play-podcasts/1.0"><channel><title><![CDATA[DozeNews - Cardiologia pela Doze por Oito: DozeNews PRIME 🥇]]></title><description><![CDATA[Sua revisão semanal em cardiologia. Acompanhe com a gente temas diversos, atualizados com as novas evidências e com o jeito leve e didático que somente a DozeNews te proporciona.]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/s/dozenews-prime</link><image><url>https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!-qr8!,w_256,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fbucketeer-e05bbc84-baa3-437e-9518-adb32be77984.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe0c7141a-02a0-4234-9949-9e852dc77de8_252x252.png</url><title>DozeNews - Cardiologia pela Doze por Oito: DozeNews PRIME 🥇</title><link>https://news.dozeporoito.com/s/dozenews-prime</link></image><generator>Substack</generator><lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2026 01:17:28 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://news.dozeporoito.com/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[Doze por Oito]]></copyright><language><![CDATA[pt]]></language><webMaster><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></webMaster><itunes:owner><itunes:email><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></itunes:email><itunes:name><![CDATA[Doze por Oito]]></itunes:name></itunes:owner><itunes:author><![CDATA[Doze por Oito]]></itunes:author><googleplay:owner><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></googleplay:owner><googleplay:email><![CDATA[dozeporoito@substack.com]]></googleplay:email><googleplay:author><![CDATA[Doze por Oito]]></googleplay:author><itunes:block><![CDATA[Yes]]></itunes:block><item><title><![CDATA[MAC - mitral annulus calcification]]></title><description><![CDATA[O que &#233;? Como se apresenta? Qual seu impacto cl&#237;nico?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/mac-mitral-annulus-calcification</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/mac-mitral-annulus-calcification</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 22:19:48 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/eba06c22-c6cd-43b5-af95-98350bcb619e_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Marcos Meniconi (cardiologista pelo Instituto Dante Pazzanese; hemodinamicista e especialista em cardiologia intervencionista pelo InCor)</h6><div><hr></div><p><span>Vamos falar da calcifica&#231;&#227;o do anel mitral, </span><strong><span>a </span></strong><em><strong><span>MAC (mitral annulus calcification)</span></strong><span>, </span></em><span>para os &#237;ntimos. </span></p><blockquote><p><span>Por incr&#237;vel que pare&#231;a, saber apenas os quadros da SBC de valvopatias n&#227;o torna f&#225;cil a vida do cardiologista que atende valvopatias&#8230; </span><strong><span>H&#225; muito mais a ser explorado.</span></strong><span> </span></p></blockquote><p><span>O entendimento desta entidade &#233; importante pois tem sido cada vez mais diagnosticado, seja a partir da realiza&#231;&#227;o de exames cardiol&#243;gicos, tais como ecocardiograma, angiotomografia card&#237;aca e de coron&#225;rias, ou achado de exames destinados a outras investiga&#231;&#245;es. </span></p><p><span>N&#227;o &#233; incomum o diagn&#243;stico de </span><em><span>MAC </span></em><span>surgir a partir de uma tomografia e radiografia de t&#243;rax. </span></p><p><strong><span>Do que se trata? Como proceder? &#201; preciso tratar? A DozeNews Prime desta semana se prop&#245;e a esclarecer estas d&#250;vidas para voc&#234;!</span></strong><span> </span></p><p><span>&#128218;A principal refer&#234;ncia utilizada foi uma </span><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S247487062500260X"><span>bela revis&#227;o publicada na </span></a><em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S247487062500260X"><span>Structural Heart</span></a></em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S247487062500260X"><span>, em 2024.</span></a></p>
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          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/mac-mitral-annulus-calcification">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Microplásticos e coração: a associação é forte, a prova é fraca]]></title><description><![CDATA[Da forma&#231;&#227;o das part&#237;culas ao ateroma humano: por que a associa&#231;&#227;o &#233; robusta, por que a causalidade continua em aberto e o que fazer com isso na quarta-feira de noite.]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/microplasticos-e-coracao-a-associacao</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/microplasticos-e-coracao-a-associacao</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 21:15:15 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/b93a3de5-778f-4b8b-b9a3-b3e38eb36a94_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Cardiologista Cl&#237;nico e Intervencionista)</h6><div><hr></div><p>Todo fator de risco que hoje tratamos como &#243;bvio j&#225; foi, um dia, uma associa&#231;&#227;o que incomodou em um estudo observacional.</p><p>Colesterol, press&#227;o arterial, tabagismo: todos entraram na cardiologia por essa porta.</p><p>Em mar&#231;o de 2024, um estudo publicado no <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2309822">New England Journal of Medicine</a> colocou um candidato novo nessa fila.</p><p>Pesquisadores italianos pegaram placas de ateroma retiradas de car&#243;tidas durante endarterectomia, levaram ao laborat&#243;rio <strong>e encontraram polietileno dentro delas.</strong></p><p>A microscopia eletr&#244;nica mostrou part&#237;culas de bordas irregulares alojadas entre os macr&#243;fagos da placa. </p><p>E os pacientes que tinham essas part&#237;culas apresentaram <strong>4,5 vezes mais eventos</strong> em quase tr&#234;s anos de seguimento.</p><blockquote><p>Ent&#227;o a m&#237;dia caiu em cima.</p></blockquote><p>O assunto saiu do campo cient&#237;fico e entrou no consult&#243;rio.</p><p>Seu paciente talvez j&#225; leu sobre isso, provavelmente j&#225; trocou a garrafinha de pl&#225;stico por uma de a&#231;o e, mais cedo ou mais tarde, <strong>vai te perguntar se precisa fazer mais alguma coisa.</strong></p><p>Essa edi&#231;&#227;o da PRIME &#233; para voc&#234; responder com precis&#227;o: o que sabemos, o que achamos que sabemos e o que ainda &#233; especula&#231;&#227;o.</p>
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          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/microplasticos-e-coracao-a-associacao">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Genética da DAC]]></title><description><![CDATA[O risco que j&#225; veio escrito]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/genetica-da-dac</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/genetica-da-dac</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 00:48:05 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/b83b0e38-50d4-4b0c-b353-1f4e067fe8d3_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>&#128173; Imagine o seguinte paciente: homem, 45 anos, hipertenso e dislipid&#234;mico, ambos os diagn&#243;sticos realizados h&#225; poucos anos, sem hist&#243;rico de tabagismo.</p><p>Atualmente, est&#225; bem controlado em uso de enalapril, anlodipino, rosuvastatina e ezetimiba. Na consulta, apresenta press&#227;o arterial de 120 &#215; 80 mmHg e LDL-c de 41 mg/dL.</p><p><em>Parece um cen&#225;rio relativamente tranquilo, certo?</em></p><p>Mas ele relata dor tor&#225;cica leve, com irradia&#231;&#227;o para o membro superior esquerdo, durante a atividade f&#237;sica. Diante disso, voc&#234; decide investigar com uma angiotomografia das art&#233;rias coron&#225;rias.</p><p>O primeiro susto vem antes mesmo da inje&#231;&#227;o do contraste:</p><blockquote><p><strong>Escore de c&#225;lcio coronariano pr&#243;ximo de 3.600 unidades Agatston.</strong></p></blockquote><p>Ruim, n&#227;o?!</p><p>Mas a surpresa seria ainda maior. A angiotomografia evidencia uma les&#227;o suboclusiva no tronco da coron&#225;ria esquerda distal.</p><p>Diante de uma aterosclerose t&#227;o extensa e precoce, o racioc&#237;nio surge quase automaticamente:</p><blockquote><p><em>&#8220;Isso s&#243; pode ser gen&#233;tico. Deve haver uma Lp(a) muito elevada ou uma hist&#243;ria familiar pesada.&#8221;</em></p></blockquote><p>E provavelmente existe mesmo um componente heredit&#225;rio importante. <strong>Mas voc&#234; consegue perceber a subjetividade dessa conclus&#227;o?</strong></p><p>Estamos diante de um paciente jovem, sem tabagismo e com fatores de risco atualmente muito bem controlados. <strong>Como poder&#237;amos ter previsto uma carga ateroscler&#243;tica t&#227;o desproporcional? O que poder&#237;amos ter feito para impedir que ele chegasse aos 45 anos com indica&#231;&#227;o de revasculariza&#231;&#227;o cir&#250;rgica?</strong></p><p>E mais: esse paciente poderia ter aberto o quadro com um infarto extenso ou at&#233; uma morte s&#250;bita, riscos que, at&#233; ent&#227;o, nem sequer imagin&#225;vamos que precisariam ser prevenidos de forma t&#227;o agressiva.</p><p>Claro que o LDL-c de 41 mg/dL observado hoje n&#227;o apaga sua exposi&#231;&#227;o anterior. Tamb&#233;m n&#227;o sabemos h&#225; quanto tempo a hipertens&#227;o e a dislipidemia realmente estavam presentes antes de serem diagnosticadas e tratadas.</p><p>Ainda assim, o caso provoca uma d&#250;vida inc&#244;moda:</p><div class="callout-block" data-callout="true"><p><strong>Quanto do risco desse paciente nossos escores e fatores tradicionais simplesmente n&#227;o conseguiram enxergar?</strong></p></div><p>Toda essa &#8220;filosofia&#8221; serve para mostrar que ainda h&#225; muito que n&#227;o compreendemos sobre a doen&#231;a arterial coronariana <em>(e, convenhamos, se compreend&#234;ssemos tudo, provavelmente ela n&#227;o continuaria sendo a principal causa de morte no mundo...).</em></p><p>Nossos escores s&#227;o &#250;teis, mas imperfeitos. S&#227;o fortemente influenciados pela idade, retratam fatores de risco medidos em determinado momento e ainda deixam passar pessoas que desenvolver&#227;o doen&#231;a precoce e extensa.</p><p>Foi justamente ao estudar esse caso cl&#237;nico real, do meu consult&#243;rio, que me deparei com uma revis&#227;o publicada no in&#237;cio de 2026 no <em>New England Journal of Medicine</em>: <em><strong><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMra2405153">The Inherited Basis of Coronary Artery Disease</a></strong></em></p><blockquote><p>Ela ser&#225; a base da nossa DozePrime de hoje.</p></blockquote><p>A ideia n&#227;o &#233; transformar cardiologistas em geneticistas nem defender que todos os pacientes fa&#231;am testes gen&#233;ticos. Vamos entender quanto da DAC pode estar escrito nos genes, por que a hist&#243;ria familiar n&#227;o revela tudo e se a gen&#233;tica poder&#225; nos ajudar a reconhecer o risco antes que a aterosclerose j&#225; esteja instalada.</p>
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          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/genetica-da-dac">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Os beta-bloqueadores]]></title><description><![CDATA[Qual o seu papel atual na cardiologia?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/os-beta-bloqueadores</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/os-beta-bloqueadores</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:18:25 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/89c87a44-689d-473d-8d6f-4c917de431b2_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><blockquote><p><strong>3&#170; DozePrime sobre beta-bloqueadores??? Por qu&#234;??</strong></p><p><em>Porque sim. E se reclamar... vem a quarta por a&#237;. </em>&#128514;</p></blockquote><p>A verdade &#233; que j&#225; fazia um tempo que eu queria escrever uma DozePrime sobre os beta-bloqueadores. N&#227;o apenas no contexto do p&#243;s-IAM, como fizemos nas edi&#231;&#245;es anteriores, mas sobre <strong>a classe farmacol&#243;gica em si.</strong></p><p>Depois do sucesso da edi&#231;&#227;o sobre a amiodarona (<a href="https://news.dozeporoito.com/p/amiodarona?utm_source=publication-search">fica a dica</a> &#128064;), por que n&#227;o falar daqueles que, para muitos, representam a classe mais importante da cardiologia?</p><p>E o momento n&#227;o poderia ser melhor.</p><p>Recentemente, <a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.06.015">o </a><em><a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.06.015">JACC</a></em><a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.06.015"> publicou uma excelente revis&#227;o intitulada </a><strong><a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.06.015">Refining the Role of Beta-Blockers in Cardiovascular Medicine</a></strong>, que faz exatamente o que o t&#237;tulo promete: n&#227;o questiona a import&#226;ncia dos beta-bloqueadores, mas redefine onde eles realmente fazem diferen&#231;a, e onde talvez estejamos apenas repetindo conceitos herdados de estudos de d&#233;cadas atr&#225;s.</p><blockquote><p><em>Spoiler</em>: os beta-bloqueadores continuam sendo protagonistas da cardiologia.</p><p>S&#243; que talvez n&#227;o exatamente nos mesmos cen&#225;rios que aprendemos durante a resid&#234;ncia.</p></blockquote><p>Vamos?!</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/os-beta-bloqueadores">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Diagnóstico e Tratamento da IC FEp - Consenso do ACC 20206]]></title><description><![CDATA[ICFEP n&#227;o &#233; mais um diagn&#243;stico de exclus&#227;o. E o tratamento tamb&#233;m mudou.]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/diagnostico-e-tratamento-da-ic-fep</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/diagnostico-e-tratamento-da-ic-fep</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 11:01:21 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/2e697876-4600-43ea-aedd-73570ad7bd6b_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>H&#225; poucas semanas discut&#237;amos por aqui a <strong>Segunda Defini&#231;&#227;o Universal da Insufici&#234;ncia Card&#237;aca</strong>, que trouxe uma importante mudan&#231;a de paradigma.</p><div class="digest-post-embed" data-attrs="{&quot;nodeId&quot;:&quot;3fac8513-3487-45ce-84b0-0cba52a2d5bf&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)&quot;,&quot;cta&quot;:null,&quot;showBylines&quot;:true,&quot;showDescription&quot;:true,&quot;showImage&quot;:true,&quot;size&quot;:&quot;sm&quot;,&quot;isEditorNode&quot;:true,&quot;title&quot;:&quot;A Segunda Defini&#231;&#227;o Universal da Insufici&#234;ncia Card&#237;aca&quot;,&quot;publishedBylines&quot;:[{&quot;id&quot;:87706665,&quot;name&quot;:&quot;Doze por Oito&quot;,&quot;bio&quot;:&quot;Bem-vindos &#224; Doze por Oito! \nA sua plataforma de educa&#231;&#227;o continuada em cardiologia!&quot;,&quot;photo_url&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/52913199-892e-4628-8881-53beffbf218c_610x610.png&quot;,&quot;is_guest&quot;:false,&quot;bestseller_tier&quot;:100}],&quot;post_date&quot;:&quot;2026-07-02T01:04:01.890Z&quot;,&quot;cover_image&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/6582f114-27de-48f4-a2b7-2ab8e2dce7b1_1672x941.png&quot;,&quot;cover_image_alt&quot;:null,&quot;canonical_url&quot;:&quot;https://news.dozeporoito.com/p/a-segunda-definicao-universal-da&quot;,&quot;section_name&quot;:&quot;DozeNews PRIME &#129351;&quot;,&quot;video_upload_id&quot;:null,&quot;id&quot;:204215398,&quot;type&quot;:&quot;newsletter&quot;,&quot;reaction_count&quot;:34,&quot;comment_count&quot;:0,&quot;publication_id&quot;:850625,&quot;publication_name&quot;:&quot;DozeNews - Cardiologia pela Doze por Oito&quot;,&quot;publication_logo_url&quot;:&quot;https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!-qr8!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fbucketeer-e05bbc84-baa3-437e-9518-adb32be77984.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe0c7141a-02a0-4234-9949-9e852dc77de8_252x252.png&quot;,&quot;belowTheFold&quot;:false,&quot;youtube_url&quot;:null,&quot;show_links&quot;:null,&quot;feed_url&quot;:null}"></div><div class="callout-block" data-callout="true"><p>Em vez de enfatizar valores espec&#237;ficos da fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o do ventr&#237;culo esquerdo (FEVE), o documento prop&#244;s uma vis&#227;o mais pr&#225;tica e alinhada &#224; realidade cl&#237;nica, agrupando os pacientes em tr&#234;s grandes fen&#243;tipos: <strong><mark data-color="#fff2cc" style="background-color: rgb(255, 242, 204); color: rgb(0, 0, 0);">insufici&#234;ncia card&#237;aca com fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o reduzida, preservada e melhorada.</mark></strong></p></div><p>&#201; hora de deixarmos de enxergar a insufici&#234;ncia card&#237;aca como uma doen&#231;a &#8220;engessada&#8221;, definida apenas por um ponto de corte da FEVE. Hoje, ela passa a ser entendida como uma <strong>s&#237;ndrome cl&#237;nica</strong>, cujo diagn&#243;stico depende da integra&#231;&#227;o entre sintomas, sinais, altera&#231;&#245;es estruturais e contexto cl&#237;nico, <em>e n&#227;o apenas de um n&#250;mero no ecocardiograma.</em></p><p>O foco deixa de ser um valor isolado e passa a ser o <strong>comportamento da doen&#231;a e seus diferentes fen&#243;tipos.</strong></p><p>Com essa mudan&#231;a de perspectiva, era inevit&#225;vel revisitar justamente o grupo que mais evoluiu nos &#250;ltimos anos: <strong>a insufici&#234;ncia card&#237;aca com fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o preservada (ICFEp).</strong></p><blockquote><p>Ent&#227;o, se a FEVE isoladamente j&#225; n&#227;o &#233; suficiente para definir a doen&#231;a, como estabelecemos o diagn&#243;stico? E, mais importante, como essa nova forma de enxergar a ICFEp modifica o tratamento?</p></blockquote><p>Foi exatamente para responder a essas perguntas que o <strong>American College of Cardiology (ACC)</strong> publicou, e<a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.06.018">m pr&#233;-print no </a><em><a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.06.018">Journal of the American College of Cardiology (JACC)</a></em><a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.06.018">, o novo consenso para o diagn&#243;stico e manejo da ICFEp.</a></p><p>&#201; esse documento, e as principais mudan&#231;as que ele traz para a pr&#225;tica cl&#237;nica, que vamos revisar a partir de agora.</p>
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          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/diagnostico-e-tratamento-da-ic-fep">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Cardioneuroablação]]></title><description><![CDATA[Uma alternativa para a s&#237;ncope refrat&#225;ria antes do marca-passo]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/cardioneuroablacao</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/cardioneuroablacao</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 22:09:44 GMT</pubDate><enclosure url="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!JjKH!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Ffb39f58a-172e-471c-9bc1-d63b8d61da31_1526x1028.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6><span>Autor: Raquel Rios(cardiologista e eletrofisiologista pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)</span></h6><div><hr></div><p><span>A </span><strong><span>s&#237;ncope vasovagal</span></strong><span> &#233; a forma mais comum de s&#237;ncope e tamb&#233;m uma das mais frustrantes de tratar. </span></p><p><span>Para a maioria dos pacientes, &#233; um evento benigno e espor&#225;dico. Mas existe um subgrupo de pacientes em que a s&#237;ncope &#233; recorrente, debilitante, sem pr&#243;dromos. Isso faz com que o paciente viva sob o medo constante da pr&#243;xima queda. Para esses, o tratamento cl&#237;nico (</span><strong><span>aumento da ingesta h&#237;drica, manobras de contrapress&#227;o, fludrocortisona, midodrina</span></strong><span>) frequentemente falha.</span></p><p style="text-align: justify;"><span>Quando o componente vasodepressor predomina, n&#227;o temos muita sa&#237;da. A terap&#234;utica cl&#237;nica &#233; a primordial. </span></p><p style="text-align: justify;"><span>Mas quando o componente cardioinibit&#243;rio &#233; o culpado, surge o dilema: </span><strong><span>marca-passo?</span></strong><span> Em pacientes jovens, com cora&#231;&#227;o estruturalmente normal, a ideia de implantar um dispositivo permanente &#8220;para compensar a bradicardia&#8221; incomoda pensando no longo prazo.</span></p><blockquote><p style="text-align: justify;"><span>Para pacientes com </span><strong><span>s&#237;ncope recorrente, &gt; 40 anos de idade e documenta&#231;&#227;o de pausa sintom&#225;tica espont&#226;nea &gt;3s (pausa sinusal e/ou BAV) ou pausa &gt;6s assintom&#225;tica</span></strong><span>, a </span><a href="https://abccardiol.org/article/diretriz-brasileira-de-dispositivos-cardiacos-eletronicos-implantaveis-2023/"><span>diretriz Brasileira de Dispositivos Card&#237;acos Eletr&#244;nicos Implant&#225;veis (DCEI) &#8211; 2023</span></a><span> traz a recomenda&#231;&#227;o de implante de marca-passo como IA enquanto a </span><a href="https://academic.oup.com/europace/article/22/4/515/5614580"><span>Europ&#233;ia de 2018</span></a><span> recomenda o implante como IIA.</span></p></blockquote><p style="text-align: justify;"><span>O dilema permeia os pacientes jovens, que n&#227;o s&#227;o contemplados nas diretrizes e n&#227;o h&#225; recomenda&#231;&#227;o robusta de pace.</span></p><p style="text-align: justify;"><span>Ser&#225; que existe uma alternativa ao marca-passo?</span></p><div class="callout-block" data-callout="true"><p style="text-align: justify;"><span>Bem-vindo &#224; </span><strong><span>cardioneuroabla&#231;&#227;o (CNA)</span></strong><span>, uma t&#233;cnica que nasceu no </span><strong><span>Brasil</span></strong><span>, ganhou o mundo e, em </span><strong><span>2024</span></strong><span>, recebeu seu primeiro documento de consenso internacional pela </span><strong><span>EHRA, HRS, APHRS e LAHRS</span></strong><span>. </span></p></div><p style="text-align: justify;"><span>Nesta </span><strong><span>Prime</span></strong><span>, vamos destrinchar o que essa t&#233;cnica tem de melhor: a fisiopatologia que a sustenta, como selecionar o paciente certo, como o procedimento &#233; feito na pr&#225;tica e o mais importante quando voc&#234;, como cardiologista, deve pensar nela antes do marca-passo.</span></p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/cardioneuroablacao">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Maconha, álcool e coração]]></title><description><![CDATA[O que 13 mil anos de hist&#243;ria e a ci&#234;ncia t&#234;m a dizer?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/maconha-alcool-e-coracao</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/maconha-alcool-e-coracao</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:09:03 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/4fc37e8a-b2be-4d35-a506-a90a42084d8a_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Diandro Marinho Mota (Cardiologista do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia; Diretor M&#233;dico da Neomed Healthtech. Doutor em Medicina/Tecnologia e Interven&#231;&#227;o em Cardiologia pela USP/IDPC).</h6><h6>Texto original: <span class="mention-wrap" data-attrs="{&quot;name&quot;:&quot;Diandro Marinho Mota&quot;,&quot;id&quot;:524499878,&quot;type&quot;:&quot;user&quot;,&quot;url&quot;:null,&quot;photo_url&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/a0a3e7d2-103d-427a-912c-fa4cc77df95c_288x288.jpeg&quot;,&quot;uuid&quot;:&quot;5c8f9e98-03dc-4cb6-ae11-5a52a9acd5f6&quot;}" data-component-name="MentionToDOM"></span> </h6><div><hr></div><p>Toda semana, algu&#233;m chega ao meu consult&#243;rio ou ao pronto-socorro com dor no peito, palpita&#231;&#227;o ou uma arritmia sem explica&#231;&#227;o &#243;bvia e, em algum momento da investiga&#231;&#227;o, duas perguntas simples raramente s&#227;o feitas com o rigor que deveriam: <strong>voc&#234; usa cannabis? Qual &#233; o seu padr&#227;o de consumo de &#225;lcool?</strong> </p><p>N&#227;o &#233; falta de interesse. &#201; que, durante d&#233;cadas, a cardiologia tratou essas duas subst&#226;ncias como perif&#233;ricas ao cuidado cardiovascular &#8212; quest&#245;es de &#8220;estilo de vida&#8221;, quando muito, ou pior: como n&#227;o sendo da nossa al&#231;ada.</p><p>Essa lacuna ficou mais perigosa nos &#250;ltimos anos. A legaliza&#231;&#227;o da cannabis em boa parte do mundo mudou o acesso e a percep&#231;&#227;o de risco, mas n&#227;o veio acompanhada de uma atualiza&#231;&#227;o equivalente na pr&#225;tica cl&#237;nica. </p><p>E o consenso sobre &#225;lcool, que por muito tempo pareceu resolvido (<em>&#8220;uma ta&#231;a de vinho por dia protege o cora&#231;&#227;o&#8221;)</em>, foi desmontado por metodologia mais rigorosa nos &#250;ltimos dois anos. </p><div class="pullquote"><p><strong>Se voc&#234; formou sua opini&#227;o sobre qualquer uma dessas subst&#226;ncias h&#225; mais de cinco anos, ela provavelmente est&#225; desatualizada.</strong></p></div><p>Escolhemos esse tema exatamente por isso: &#233; onde a dist&#226;ncia entre o que a evid&#234;ncia mais recente mostra e o que ainda praticamos no dia a dia &#233; maior. E, coincidentemente, &#233; tamb&#233;m um dos temas mais antigos da hist&#243;ria humana &#8212; o que torna essa dist&#226;ncia ainda mais intrigante.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/maconha-alcool-e-coracao">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Manejo pós-IAM]]></title><description><![CDATA[Infartou, e agora?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-iam</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-iam</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:58:19 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/14cc657d-176f-4b1b-b87c-f2b8570127b9_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>O tempo todo estamos discutindo o manejo da s&#237;ndrome coronariana aguda. Sai uma diretriz nova, um grande ensaio cl&#237;nico, uma revis&#227;o importante... e l&#225; vamos n&#243;s atualizar o tratamento na sala de emerg&#234;ncia.</p><p>A essa <em>altura do campeonato,</em> acredito que voc&#234; j&#225; conduza um paciente com IAM na fase aguda quase de olhos fechados.</p><p>Mas basta <strong>esse mesmo paciente aparecer no consult&#243;rio algumas semanas depois</strong> para as d&#250;vidas come&#231;arem.</p><div class="pullquote"><p><em>&#8220;Quais medica&#231;&#245;es realmente devo manter? Preciso abordar as les&#245;es residuais? Quanto tempo ele deve ficar afastado do trabalho? Ele quer voltar &#224; academia. Pode? Vai viajar de avi&#227;o no pr&#243;ximo m&#234;s. Est&#225; liberado?&#8221;</em></p></div><p>Percebe como, de repente, sa&#237;mos do terreno relativamente confort&#225;vel das diretrizes da fase aguda para um mundo cheio de decis&#245;es pr&#225;ticas, muitas delas pouco discutidas no dia a dia?</p><p>E talvez seja justamente nessa fase que tenhamos uma das <strong>maiores oportunidades de impactar o progn&#243;stico do paciente.</strong> Afinal, a angioplastia termina em poucas horas; a preven&#231;&#227;o secund&#225;ria vai acompanh&#225;-lo pelos pr&#243;ximos anos.<br>Foi pensando nisso que resolvi montar esta DozePrime.</p><ul><li><p>A ideia &#233; construirmos <strong>uma abordagem pr&#225;tica e sistem&#225;tica do paciente no p&#243;s-IAM</strong>, revisando desde as medica&#231;&#245;es fundamentais at&#233; o manejo das les&#245;es residuais, al&#233;m das d&#250;vidas que mais aparecem no consult&#243;rio sobre exerc&#237;cio f&#237;sico, retorno ao trabalho, viagens e acompanhamento ambulatorial.</p></li></ul>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-iam">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Segunda Definição Universal da Insuficiência Cardíaca]]></title><description><![CDATA[O que mudou?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/a-segunda-definicao-universal-da</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/a-segunda-definicao-universal-da</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 01:04:01 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/6582f114-27de-48f4-a2b7-2ab8e2dce7b1_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>Esse foi um daqueles artigos que fazem a gente parar a programa&#231;&#227;o habitual da Prime para falar dele.</p><div class="pullquote"><p>A <strong><a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/CIR.0000000000001455">Segunda Defini&#231;&#227;o Universal da Insufici&#234;ncia Card&#237;aca (IC)</a></strong> trouxe novidades importantes na forma como definimos, classificamos e acompanhamos essa s&#237;ndrome.</p></div><p>Apesar de curto e bastante objetivo, o documento incorpora mudan&#231;as que refletem tudo o que aprendemos sobre insufici&#234;ncia card&#237;aca nos &#250;ltimos cinco anos. E algumas delas t&#234;m potencial para mudar a forma como enxergamos nossos pacientes no dia a dia.</p><p>Vamos nessa?</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/a-segunda-definicao-universal-da">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Miocardiopatia não-compactada]]></title><description><![CDATA[Verdade ou mito?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/miocardiopatia-nao-compactada</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/miocardiopatia-nao-compactada</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 24 Jun 2026 15:07:28 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/4de6f08a-ccea-455b-9e04-ffeb15d3d9f6_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p><em>Minha primeira expectativa &#233; que voc&#234; tenha me julgado ao ler o t&#237;tulo desta DozePrime rs.</em></p><p>Afinal, n&#227;o &#233; de hoje que existe uma recomenda&#231;&#227;o para abandonarmos o termo &#8220;mioc&#225;rdio n&#227;o-compactado&#8221; e passarmos a utilizar &#8220;hipertrabecula&#231;&#227;o do ventr&#237;culo esquerdo&#8221;.</p><blockquote><p>Est&#225; por fora? D&#225; uma olhada no que a <strong><a href="https://academic.oup.com/eurheartj/article/44/37/3503/7246608">diretriz de miocardiopatias da ESC de 2023</a></strong> recomenda:</p></blockquote><div class="captioned-image-container"><figure><a class="image-link image2" target="_blank" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png" data-component-name="Image2ToDOM"><div class="image2-inset"><picture><source type="image/webp" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_424,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_848,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_1272,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_1456,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 1456w" sizes="100vw"><img src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png" width="554" height="209.78676470588235" data-attrs="{&quot;src&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png&quot;,&quot;srcNoWatermark&quot;:null,&quot;fullscreen&quot;:null,&quot;imageSize&quot;:null,&quot;height&quot;:412,&quot;width&quot;:1088,&quot;resizeWidth&quot;:554,&quot;bytes&quot;:112570,&quot;alt&quot;:null,&quot;title&quot;:null,&quot;type&quot;:&quot;image/png&quot;,&quot;href&quot;:null,&quot;belowTheFold&quot;:false,&quot;topImage&quot;:true,&quot;internalRedirect&quot;:&quot;https://news.dozeporoito.com/i/203331515?img=https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png&quot;,&quot;isProcessing&quot;:false,&quot;align&quot;:null,&quot;offset&quot;:false}" class="sizing-normal" alt="" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_424,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_848,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_1272,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!UGsN!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F59f3556f-c9bb-4c25-899d-5c8068e44359_1088x412.png 1456w" sizes="100vw" fetchpriority="high"></picture><div></div></div></a><figcaption class="image-caption">Trecho da diretriz Arbelo E, et al. European Heart Journal (2023) 44, 3503&#8211;3626 | LVNC: left ventricular non-compaction</figcaption></figure></div><p>Mas a hist&#243;ria fica ainda mais interessante:</p><ul><li><p>Grande parte dos cardiologistas que trabalham com imagem aprendeu a diagnosticar o chamado mioc&#225;rdio n&#227;o-compactado utilizando <strong>crit&#233;rios propostos por um dos nomes mais importantes da resson&#226;ncia card&#237;aca nesse tema: Steffen Petersen.</strong></p></li><li><p>Pois foi justamente Petersen quem liderou, em 2023,<a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jcmg.2022.12.026"> um documento de especialistas publicado no JACC</a> que praticamente virou essa hist&#243;ria de cabe&#231;a para baixo.</p></li></ul><p>A grande quest&#227;o levantada na revis&#227;o &#233; que <strong>o famoso "mioc&#225;rdio n&#227;o-compactado" talvez nunca tenha existido da forma como imagin&#225;vamos.</strong></p><p>E, apesar de tudo isso parecer at&#233; um pouco &#8220;antigo&#8221; <em>(pelo menos para os par&#226;metros DozeNews rs)</em>, a confus&#227;o permanece viva nos ambulat&#243;rios, nos laudos e nas discuss&#245;es de caso.</p><p>Ent&#227;o chegou a hora de colocar alguns pontos nos is.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/miocardiopatia-nao-compactada">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Febre Reumática]]></title><description><![CDATA[A doen&#231;a que continua roubando v&#225;lvulas no s&#233;culo XXI]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/febre-reumatica</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/febre-reumatica</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 18 Jun 2026 01:13:25 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/bb61e9a8-8a62-4a56-9127-1cbffd5cd88e_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Vamos come&#231;ar com um <em>doloroso </em>paradoxo:</p><blockquote><p>Imagine uma doen&#231;a que pode come&#231;ar com uma simples dor de garganta e terminar d&#233;cadas depois em uma troca valvar.</p></blockquote><p>Apesar de parecer um cap&#237;tulo da cardiologia do s&#233;culo passado, a febre reum&#225;tica continua sendo <strong>uma das principais causas de valvopatia adquirida em crian&#231;as e adultos jovens em pa&#237;ses de baixa e m&#233;dia renda.</strong></p><p>Em outras palavras, constantemente voc&#234; encontrar&#225; pacientes no seu consult&#243;rio que tenham sequelas dessa doen&#231;a.</p><p>E, assim, &#233; necess&#225;rio saber manejar n&#227;o s&#243; a valvopatia, como tamb&#233;m as nuances espec&#237;ficas da febre reum&#225;tica, como a anticoagula&#231;&#227;o e profilaxia secund&#225;ria.</p><p>Vamos come&#231;ar?</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/febre-reumatica">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[O coração nas doenças sistêmicas]]></title><description><![CDATA[O Posicionamento sobre Avalia&#231;&#227;o Multimodalidade em Imagem Card&#237;aca em Pacientes com Doen&#231;as Sist&#234;micas &#8211; 2026]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/o-coracao-nas-doencas-sistemicas</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/o-coracao-nas-doencas-sistemicas</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 01:00:22 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/0960bb39-e231-446c-ac85-f0558185fcd3_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p><strong>N&#227;o subestime essa DozePrime!</strong></p><p>Essa aqui &#233; daquelas (e tamb&#233;m o documento do qual ela deriva - <em><a href="https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-avaliacao-multimodalidade-em-imagem-cardiaca-em-pacientes-com-doencas-sistemicas-2026/">Posicionamento sobre Avalia&#231;&#227;o Multimodalidade em Imagem Card&#237;aca em Pacientes com Doen&#231;as Sist&#234;micas &#8211; 2026</a></em> ) que d&#225; aquela <em>preguicinha</em> de ler <em>rs. </em>&#129396;</p><blockquote><p>N&#227;o vou discordar de voc&#234;&#8230;</p><p>Afinal, quantas vezes na sua pr&#225;tica cl&#237;nica voc&#234; estar&#225; diante de um paciente com <em>Doen&#231;a de Fabry, Ataxia de Friedreich ou Distrofia Muscular de Duchenne</em>?</p><p>Provavelmente n&#227;o muitas.</p></blockquote><p><strong>At&#233; que um dia acontece!</strong> E, acredite, os 5 minutos da sua vida que voc&#234; &#8220;perdeu&#8221; lendo essa DozePrime ser&#227;o bem &#250;teis.</p><p>Se ainda n&#227;o te convenci, deixa eu lan&#231;ar meu segundo argumento.</p><ul><li><p>&#128064; Para voc&#234; que far&#225; o TEC este ano: pode anotar. <strong>As chances de pelo menos uma quest&#227;o dessa diretriz aparecer na prova s&#227;o enormes.</strong></p></li><li><p>Afinal, fazem parte do conte&#250;do cobrado as diretrizes e posicionamentos publicados entre 1&#186; de janeiro de 2016 e 1&#186; de julho de 2026, e esse documento entra exatamente nessa janela.</p></li></ul><blockquote><p>N&#227;o sabia?! Pois &#233;, se alerte e acesse o nosso <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/14vu4hz622zRT7G94pN8gdRh2q8pixSyK/view?usp=drivesdk">Guia R&#225;pido Para Quem Vai Prestar o TEC.</a></strong></p></blockquote><p>Pronto. Agora sinto que apresentei argumentos suficientes para seguirmos em frente.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/o-coracao-nas-doencas-sistemicas">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Tempestade Elétrica]]></title><description><![CDATA[O Novo Posicionamento da SBC e SOBRAC refinando a conduta na emerg&#234;ncia]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/tempestade-eletrica-c08</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/tempestade-eletrica-c08</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:48:35 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/df390215-087a-4e11-a553-7df64c7f49cf_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Raquel Rios(cardiologista e especialista em eletrofisiologia e estimula&#231;&#227;o card&#237;aca artificial)</h6><div><hr></div><p>A <strong>tempestade el&#233;trica</strong> (TE)  &#233; uma das emerg&#234;ncias cardiol&#243;gicas mais temidas e que amedronta grande parte dos cardiologistas.</p><blockquote><p>N&#227;o &#233; por menos: sua letalidade pode chegar a 14% nas primeiras 48 horas.</p></blockquote><div class="pullquote"><p>A defini&#231;&#227;o, por sua vez, &#233; bem simples:</p><p><strong>&#8805; 3 epis&#243;dios de taquicardia ventricular sustentada (TV), fibrila&#231;&#227;o ventricular (FV) ou choques apropriados do cardioversor-desfibrilador implant&#225;vel (CDI) em 24 horas,</strong> sendo esses epis&#243;dios separados por pelo menos 5 minutos. </p></div><p>Voc&#234; j&#225; deve ter entendido: a abordagem precisa ser r&#225;pida e multidisciplinar. </p><p>Ficou preocupado? Calma, acabamos de ganhar um aliado poderoso: <strong>o <a href="https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-diagnostico-e-tratamento-da-tempestade-eletrica-2026/">Posicionamento sobre Diagn&#243;stico e Tratamento da Tempestade El&#233;trica &#8211; 2026,</a> </strong>lan&#231;ado conjuntamente pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e pela Sociedade Brasileira de Arritmias Card&#237;acas (SOBRAC), publicado nos <em>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</em>.</p><ul><li><p>Esse documento sintetiza evid&#234;ncias atualizadas e oferece algoritmos pr&#225;ticos para emergencistas, arritmologistas e intensivistas. </p></li><li><p>Ele vai al&#233;m dos guidelines internacionais (como o AHA/ACC/HRS 2017) porque incorpora realidades brasileiras como a alta preval&#234;ncia de cardiomiopatia chag&#225;sica. </p></li></ul><p>Vamos destrinchar os pontos principais, com foco na aplica&#231;&#227;o cl&#237;nica imediata, e o mais importante, sistematizar a conduta no manejo da tempestade el&#233;trica. </p><p>Este &#233; o nosso objetivo nesta Prime: nortear o seu passo a passo na emerg&#234;ncia e tentar descomplicar o que j&#225; &#233; naturalmente &#8220;tempestuoso&#8221;.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/tempestade-eletrica-c08">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ômega-3 e risco cardiovascular]]></title><description><![CDATA[O que ainda resta da boa hist&#243;ria?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/omega-3-e-risco-cardiovascular</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/omega-3-e-risco-cardiovascular</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 27 May 2026 22:17:05 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/91c8ab95-04a7-4a37-99e8-1407c6fb3cf7_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Emerg&#234;ncia Cardiovascular e Cardiologia Intervencionista)</h6><div><hr></div><p>Seu paciente chega no consult&#243;rio com um vidro de &#244;mega-3 importado, do tipo &#8220;1.500 mg de EPA + DHA por c&#225;psula&#8221;, comprado depois de ouvir uma propaganda na r&#225;dio.</p><p>Ele te olha esperando confirma&#231;&#227;o: <em>&#8220;&#233; bom pro cora&#231;&#227;o, n&#233;, doutor?&#8221;</em></p><blockquote><p>Por d&#233;cadas, a resposta autom&#225;tica foi <em>&#8220;&#233;, talvez ajuda&#8221;.</em> Hoje, a resposta honesta exige um pouco mais de cuidado.</p></blockquote><p>O mercado global de &#244;mega-3 movimentou cerca de <strong>US$ 8,2 bilh&#245;es em 2024</strong> e tem proje&#231;&#227;o de chegar perto de US$ 17 bilh&#245;es at&#233; 2032.</p><p>Quase nenhuma interven&#231;&#227;o em preven&#231;&#227;o cardiovascular foi t&#227;o estudada, t&#227;o recomendada e, como veremos, t&#227;o mal interpretada.</p><p>Nessa edi&#231;&#227;o da PRIME, vamos revisar:</p><ul><li><p>A origem do <em>hype</em> (e o que ele tinha de verdade);</p></li><li><p>O b&#225;sico da bioqu&#237;mica em 60 segundos;</p></li><li><p>Os grandes ensaios de baixa dose: VITAL, ASCEND, OMEMI e cia;</p></li><li><p>A grande aposta da alta dose: REDUCE-IT <em>vs</em> STRENGTH;</p></li><li><p>O risco mais subestimado: &#244;mega-3 e fibrila&#231;&#227;o atrial;</p></li><li><p>PISCES &#8212; o ensaio que reabriu a discuss&#227;o;</p></li><li><p>O que dizer (e o que prescrever) no consult&#243;rio.</p></li></ul><p>Vamos l&#225;?</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/omega-3-e-risco-cardiovascular">
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      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Emergências cardiovasculares no esporte]]></title><description><![CDATA[O que realmente salva vidas?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/emergencias-cardiovasculares-no-esporte</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/emergencias-cardiovasculares-no-esporte</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 20 May 2026 23:25:02 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/8bf226fc-b6cd-40c9-92c9-10f1ffb29f06_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Fernanda Justo (<em>fellow</em> em reabilita&#231;&#227;o cardiovascular e fisiologia do exerc&#237;cio (InCor-USP))</h6><div><hr></div><p>Estamos vivendo muitas transforma&#231;&#245;es sociais atualmente.</p><p>E talvez o mais curioso seja perceber como &#233; dif&#237;cil enxergar claramente uma revolu&#231;&#227;o enquanto ela acontece.</p><blockquote><p>Minha av&#243; ficava embasbacada com a impressora:<br> <em>&#8220;como &#233; que aquilo que est&#225; na tela sai dali e aparece no papel??&#8221;</em></p></blockquote><p>Para quem cresceu com FAX, impressora e internet discada, isso parecia s&#243;&#8230; tecnologia.</p><p>Hoje acontece a mesma coisa conosco, estamos correndo atr&#225;s para nos mantermos a par do que &#233; IA, de como funcionam redes sociais, do que &#233; verdade e do que &#233; <em>fake news.</em></p><p>Se por um lado, a (des)informa&#231;&#227;o passou a se espalhar numa velocidade assustadora, por outro vimos a r&#225;pida dissemina&#231;&#227;o de algumas culturas extremamente positivas: <strong>bem-estar, atividade f&#237;sica, longevidade, performance.</strong></p><ul><li><p>Todo grupo de amigos agora tem um maratonista e <strong>VO&#8322; virou assunto &#224; mesa</strong>. <em>Um par&#226;metro fisiol&#243;gico que se tornou quase cultura pop.</em></p></li></ul><blockquote><p><em>E abrindo um breve par&#234;ntese aqui:</em> se voc&#234; leu &#8220;VO&#8322;&#8221;, se sente perdido e entrou imediatamente em estado de FOMO, <strong>recomendo fortemente a <a href="https://news.dozeporoito.com/p/tudo-sobre-o-vo2">Prime de 8 de abril</a> e o DozeCast de 2 de abril, ambos de 2026.</strong></p><iframe class="spotify-wrap podcast" data-attrs="{&quot;image&quot;:&quot;https://i.scdn.co/image/ab6765630000ba8a547ae668894bec23de07a753&quot;,&quot;title&quot;:&quot;VO2: &#233; meta ou hype? - Ft. Silvio P&#243;voa (DozeCast 218)&quot;,&quot;subtitle&quot;:&quot;Doze Por Oito&quot;,&quot;description&quot;:&quot;Episode&quot;,&quot;url&quot;:&quot;https://open.spotify.com/episode/6Qadr6TfN9vIe5OJYLyMuC&quot;,&quot;belowTheFold&quot;:true,&quot;noScroll&quot;:false}" src="https://open.spotify.com/embed/episode/6Qadr6TfN9vIe5OJYLyMuC" frameborder="0" gesture="media" allowfullscreen="true" allow="encrypted-media" loading="lazy" data-component-name="Spotify2ToDOM"></iframe></blockquote><p>Mas toda transforma&#231;&#227;o coletiva traz efeitos colaterais.</p><p>Porque as mesmas redes sociais que popularizaram o esporte tamb&#233;m transformaram emerg&#234;ncias cardiovasculares em eventos p&#250;blicos, instant&#226;neos e altamente dramatizados.</p><ul><li><p>Uma parada card&#237;aca em um atleta deixa de ser apenas um evento m&#233;dico. Ela vira manchete e pauta para achismos de toda sorte.</p></li></ul><p>E isso nos obriga, como comunidade m&#233;dica, a responder. N&#227;o apenas combatendo alarmismo, mas criando sistemas melhores de preven&#231;&#227;o e resposta.</p><p>&#128218; &#201; exatamente aqui que entra o novo <a href="https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-emergencias-cardiovasculares-para-eventos-esportivos-2026/">P</a><strong><a href="https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-emergencias-cardiovasculares-para-eventos-esportivos-2026/">osicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Emerg&#234;ncias Cardiovasculares em Eventos Esportivos &#8211; 2026.</a></strong></p><blockquote><p>E talvez o grande m&#233;rito desse documento seja justamente este:<br>tirar a discuss&#227;o do campo do medo&#8230; e trazer para o campo da prepara&#231;&#227;o.</p></blockquote><p>E para discutir este posicionamento vamos separ&#225;-lo em duas frentes:</p><ul><li><p>para reduzir a chance de emerg&#234;ncias: a import&#226;ncia da avalia&#231;&#227;o pr&#233;-participa&#231;&#227;o;</p></li><li><p>e como responder adequadamente quando elas inevitavelmente acontecerem.</p></li></ul>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/emergencias-cardiovasculares-no-esporte">
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          </a>
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Amiodarona]]></title><description><![CDATA[Hero&#237;na ou vil&#227; das arritmias?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/amiodarona</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/amiodarona</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 14 May 2026 01:47:20 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/84363ea7-502e-4345-bb47-2c46ece270a8_1402x1122.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>Voc&#234; n&#227;o precisa ter muito tempo de pr&#225;tica na cardiologia ou na cl&#237;nica m&#233;dica, mas tenho certeza que <strong>voc&#234; j&#225; prescreveu amiodarona alguma vez.</strong></p><p>A amiodarona &#233; um antiarr&#237;tmico de alta efetividade cl&#237;nica, classicamente considerado o <strong>prot&#243;tipo dos f&#225;rmacos classe III na classifica&#231;&#227;o de Vaughan&#8211;Williams</strong>, mas com propriedades adicionais de classes I, II e IV, o que ajuda a explicar seu amplo espectro terap&#234;utico em arritmias supraventriculares e ventriculares.</p><ul><li><p>E &#233; por isso que ela &#233; basicamente o &#8220;coringa&#8221; das arritmias na pr&#225;tica.</p></li></ul><blockquote><p> <em><strong>&#8220;Coringa&#8221; at&#233; demais</strong></em><strong> </strong><em><strong>rs</strong>. </em>Se, em diversas ocasi&#245;es, a amiodarona acaba salvando situa&#231;&#245;es arr&#237;tmicas, o uso desenfreado e sem consci&#234;ncia dos potenciais efeitos adversos de curto e longo prazo pode transform&#225;-la em uma vil&#227;.</p><p><em>Sai daqui Joaquin Phoenix, pois j&#225; encontramos a protagonista para o pr&#243;ximo filme do Joker rs.</em></p></blockquote><p>Diante dessas incertezas, optei por trazer essa DozePrime sobre a farmacologia, indica&#231;&#245;es, contraindica&#231;&#245;es e efeitos adversos da amiodarona, <strong>na vis&#227;o da cardiologia cl&#237;nica.</strong></p><blockquote><p><em>Talvez se voc&#234; conversar com um eletrofisiologista ele(a) possa ter uma vis&#227;o pr&#225;tica distinta de alguns pontos, mas a ideia aqui &#233; trazer o conte&#250;do mais pr&#225;tico poss&#237;vel para o seu dia a dia.</em></p></blockquote><p>Vamos?</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/amiodarona">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Hormônios sexuais e o risco trombótico]]></title><description><![CDATA[A pr&#225;tica da reposi&#231;&#227;o hormonal, contracep&#231;&#227;o e terapias de afirma&#231;&#227;o de g&#234;nero]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/hormonios-sexuais-e-o-risco-trombotico</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/hormonios-sexuais-e-o-risco-trombotico</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 06 May 2026 23:26:52 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/c2d50395-1943-4c71-8808-03cfe790ed12_1774x887.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>N&#227;o &#233; novidade para ningu&#233;m: terapias com horm&#244;nios sexuais aumentam o risco de trombose.</p><p>Seja no formato de <strong>contraceptivos, reposi&#231;&#227;o no hipogonadismo, reprodu&#231;&#227;o assistida ou at&#233; no tratamento oncol&#243;gico</strong>, o risco sempre esteve ali <em>(meio silencioso, mas presente)</em>. E, nos &#250;ltimos anos, com a expans&#227;o do uso (incluindo indica&#231;&#245;es menos formais ou at&#233; est&#233;ticas), esse risco passou a chamar ainda mais aten&#231;&#227;o.</p><p>Seja para orientar os pacientes nas situa&#231;&#245;es em que o uso &#233; inevit&#225;vel, seja para frear indica&#231;&#245;es duvidosas, essa DozePrime &#233; essencial para o dia a dia de consult&#243;rio.</p><p>E o artigo base vem fresquinho: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMra2202438">uma revis&#227;o do NEJM de abril de 2026</a> que organiza exatamente esse caos, da fisiopatologia ao manejo pr&#225;tico.</p><blockquote><p><em>Mas antes, deixa eu alinhar um pouco a sua expectativa:</em> nosso foco aqui ser&#227;o <strong>as terapias hormonais com indica&#231;&#227;o cl&#237;nica bem estabelecida</strong>. O uso de esteroides com finalidade est&#233;tica fica fora dessa conversa, j&#225; teve sua pr&#243;pria Prime:</p><div class="digest-post-embed" data-attrs="{&quot;nodeId&quot;:&quot;86e476b9-7336-4f06-83d9-0e9698416121&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Autora: Kaliana Maria Nascimento Dias de Almeida (cardiologista e fellow de cardiologia do esporte pelo Instituto Dante Pazzanese)&quot;,&quot;cta&quot;:&quot;Read full story&quot;,&quot;showBylines&quot;:true,&quot;showDescription&quot;:true,&quot;showImage&quot;:true,&quot;size&quot;:&quot;sm&quot;,&quot;isEditorNode&quot;:true,&quot;title&quot;:&quot;Esteroides anabolizantes e o cora&#231;&#227;o&quot;,&quot;publishedBylines&quot;:[{&quot;id&quot;:87706665,&quot;name&quot;:&quot;Doze por Oito&quot;,&quot;bio&quot;:&quot;Bem-vindos &#224; Doze por Oito! \nA sua plataforma de educa&#231;&#227;o continuada em cardiologia!&quot;,&quot;photo_url&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/52913199-892e-4628-8881-53beffbf218c_610x610.png&quot;,&quot;is_guest&quot;:false,&quot;bestseller_tier&quot;:100}],&quot;post_date&quot;:&quot;2025-04-30T22:38:50.984Z&quot;,&quot;cover_image&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/24f3ffd1-e534-4ba9-b833-5913910b135d_1024x1024.png&quot;,&quot;cover_image_alt&quot;:null,&quot;canonical_url&quot;:&quot;https://news.dozeporoito.com/p/esteroides-anabolizantes-e-o-coracao&quot;,&quot;section_name&quot;:&quot;DozeNews PRIME &#129351;&quot;,&quot;video_upload_id&quot;:null,&quot;id&quot;:162379392,&quot;type&quot;:&quot;newsletter&quot;,&quot;reaction_count&quot;:30,&quot;comment_count&quot;:1,&quot;publication_id&quot;:850625,&quot;publication_name&quot;:&quot;DozeNews - Cardiologia pela Doze por Oito&quot;,&quot;publication_logo_url&quot;:&quot;https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!-qr8!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fbucketeer-e05bbc84-baa3-437e-9518-adb32be77984.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe0c7141a-02a0-4234-9949-9e852dc77de8_252x252.png&quot;,&quot;belowTheFold&quot;:false,&quot;youtube_url&quot;:null,&quot;show_links&quot;:null,&quot;feed_url&quot;:null}"></div></blockquote><p>Agora sim, bora.</p>
      <p>
          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/hormonios-sexuais-e-o-risco-trombotico">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Café, cafeína e saúde cardiovascular]]></title><description><![CDATA[A orienta&#231;&#227;o de &#8220;corta o caf&#233;&#8221; precisa ser aposentada?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/cafe-cafeina-e-saude-cardiovascular</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/cafe-cafeina-e-saude-cardiovascular</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:30:51 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/a8d59440-9825-4926-83a5-a1ca5d2a2083_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Cardiologia Cl&#237;nica e Intervencionista)</h6><div><hr></div><p>Paciente senta na sua frente e, entre a conversa sobre a estatina e o resultado do &#250;ltimo Holter, solta: <em>&#8220;doutor, posso continuar tomando caf&#233;?&#8221;</em></p><blockquote><p>Quantas vezes, no autom&#225;tico, a gente respondeu <em>&#8220;melhor moderar, n&#233;?&#8221;</em></p></blockquote><p>Essa DozeNews PRIME &#233; para entendermos o porqu&#234; dessa resposta, se ela &#233; mesmo v&#225;lida ou se estamos exagerando.</p><p>Caf&#233; &#233;, talvez, <strong>a interven&#231;&#227;o farmacol&#243;gica mais consumida do planeta.</strong> Mais de <a href="https://www.mdpi.com/2072-6643/17/15/2558">2 bilh&#245;es de x&#237;caras por dia</a>, com cerca de 80&#8211;90% dos adultos no mundo expostos &#224; cafe&#237;na diariamente.</p><p>Apesar disso, por d&#233;cadas a cardiologia tratou o caf&#233; com desconfian&#231;a: arritmog&#234;nico, hipertensor, gatilho de morte s&#250;bita.</p><p>A evid&#234;ncia que se acumulou nos &#250;ltimos 15 anos, coroada por um ensaio randomizado publicado no final de 2025 na JAMA, vem desmontando, pe&#231;a por pe&#231;a, essa narrativa.</p><p>Aqui, vamos revisar o que sabemos hoje sobre: farmacologia, press&#227;o arterial, arritmias (incluindo o recente <strong>DECAF trial</strong>), l&#237;pides, desfechos duros (AVC, DAC, mortalidade), benef&#237;cios extracard&#237;acos as situa&#231;&#245;es em que <strong>ainda</strong> faz sentido moderar.</p><p>&#9888;&#65039; <strong>Antes de come&#231;ar &#8212; um disclaimer necess&#225;rio sobre epidemiologia nutricional</strong></p>
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          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/cafe-cafeina-e-saude-cardiovascular">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Manejo pós-AVC]]></title><description><![CDATA[Da interna&#231;&#227;o &#224; alta. Como o cardiologista deve agir?]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-avc</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-avc</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 23:36:02 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/9f3e36e8-1878-4a33-81b8-6b0971fee7ab_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autora: Maria J&#250;lia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular)</h6><div><hr></div><p>Existem doen&#231;as que v&#227;o al&#233;m de &#250;nica especialidade. E nesse grupo n&#227;o tem como n&#227;o pensarmos no <strong>acidente vascular cerebral (AVC).</strong></p><p>N&#227;o concorda? Em fevereiro, o NEJM publicou um artigo de revis&#227;o intitulado <em><strong><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMcp2415601">Secondary Prevention after Ischemic Stroke</a>. </strong></em>E adivinha em quais abas de especialidades ele aparecia no site da revista?</p><blockquote><p>Isso mesmo: cardiologia, neurologia e cl&#237;nica m&#233;dica.</p></blockquote><p>Se isso n&#227;o te convenceu ainda, deixa eu tentar de outra forma.</p><p>Tenho certeza que voc&#234; j&#225; recebeu no consult&#243;rio ou foi chamado para interconsulta intra-hospitalar de um paciente no p&#243;s-AVC. Sim, o manejo inicial &#233; territ&#243;rio da neurologia, mas o <strong>papel do cardiologista &#233; absolutamente central na investiga&#231;&#227;o etiol&#243;gica e, principalmente, na preven&#231;&#227;o de novos eventos.</strong></p><p>O que define o progn&#243;stico desse paciente n&#227;o &#233; apenas o evento agudo&#8230; mas o que fazemos depois dele.</p><p>Por tudo isso, resolvemos trazer esse tema &#224; DozePrime da semana, utilizando como base o artigo do NEJM j&#225; citado, como tamb&#233;m as recomenda&#231;&#245;es presentes na <a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/STR.0000000000000375">diretriz da AHA de 2021 de preven&#231;&#227;o secund&#225;ria no AVC</a>.</p>
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          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/manejo-pos-avc">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ácido Bempedoico]]></title><description><![CDATA[Da farmacologia molecular ao CLEAR Outcomes: tudo o que voc&#234; precisa saber para prescrever (e discutir) essa mol&#233;cula com propriedade.]]></description><link>https://news.dozeporoito.com/p/acido-bempedoico</link><guid isPermaLink="false">https://news.dozeporoito.com/p/acido-bempedoico</guid><dc:creator><![CDATA[Doze por Oito]]></dc:creator><pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:06:16 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/cbf002ed-b9cc-48e2-ab63-f474f2557ae4_2752x1536.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h6>Autor: Mateus Prata (Cardiologia Cl&#237;nica e Intervencionista)O cen&#225;rio das dislipidemias em 2026</h6><div><hr></div><h1>O cen&#225;rio das dislipidemias em 2026</h1><p>Se tem uma coisa que a cardiologia moderna nos ensinou, &#233; que <strong>reduzir LDL-C salva vidas</strong>. </p><p>A rela&#231;&#227;o &#233; quase linear: para cada <strong>39 mg/dL de queda no LDL-C</strong>, espera-se uma <strong>redu&#231;&#227;o de ~22% nos eventos cardiovasculares maiores:</strong> dado robusto da metan&#225;lise do <em>CTT Collaboration</em> publicada no <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(10)61350-5/fulltext">Lancet em 2010</a>.</p><p>As <strong>estatinas</strong> s&#227;o, sem discuss&#227;o, o grande alicerce desse tratamento. </p><p>Temos mais de 28 grandes ensaios randomizados e suas metan&#225;lises consolidando esse papel.</p><p>Somando-se a elas, o <strong>ezetimibe,</strong> que no <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1410489">IMPROVE-IT (NEJM 2015)</a> mostrou benef&#237;cio adicional modesto por&#233;m significativo em p&#243;s-SCA, e os <strong>inibidores de PCSK9</strong> (evolocumabe no <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1615664">FOURIER, NEJM 2017</a> e <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2514428?query=featured_cardiology">VESALIUS-CV</a>); alirocumabe no <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1801174">ODYSSEY OUTCOMES NEJM 2018</a> e o inclisiran), que mostraram redu&#231;&#245;es impressionantes de LDL-C na casa de 50-60% sobre a base, completam o arsenal &#8220;cl&#225;ssico&#8221;.</p><blockquote><p>Mas e quando o paciente n&#227;o tolera estatina? Ou quando, mesmo com tudo otimizado conforme o poss&#237;vel (levando em conta os custos do iPCSK9), o LDL n&#227;o chega na meta?</p></blockquote><p>&#201; a&#237; que entra o <strong>&#225;cido bempedoico:</strong> o primeiro inibidor oral da ATP-citrato liase (ACL) aprovado para uso cl&#237;nico. </p><p>E em 2023, com a publica&#231;&#227;o do <strong>CLEAR Outcomes</strong>, ele deixou de ser apenas uma droga que &#8220;baixa LDL&#8221; para se tornar uma droga que <strong>reduz eventos cardiovasculares</strong>.</p><p>Nessa edi&#231;&#227;o da PRIME, vamos mergulhar a fundo: da mol&#233;cula &#224; pr&#225;tica cl&#237;nica.</p>
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          <a href="https://news.dozeporoito.com/p/acido-bempedoico">
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   ]]></content:encoded></item></channel></rss>