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Doença arterial carotídea assintomática

Eu rastreio, tu rasteias, nós rastreamos... Mas como manejar?

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Doze por Oito
mar 12, 2026
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Autora: Maria Júlia Souto (cardiologista e especialista em imagem cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia)

A solicitação de US Doppler arterial de carótidas e vertebrais já se tornou um verdadeiro clássico do atendimento ambulatorial cardiológico.

Em parte, o pedido é justificado pela busca de doença aterosclerótica subclínica e como ferramenta adicional na estratificação do risco cardiovascular. Em outros momentos, isso ocorre sob a pressão do próprio paciente (já acostumado a realizar esse inofensivo exame anualmente).

O problema é que raramente paramos para discutir os dois extremos dessa conduta: o início e o fim dela.

Será que realmente precisamos fazer esse rastreio?
E, mais importante ainda: o que fazer quando encontramos uma estenose mais significativa em um paciente completamente assintomático?

É exatamente aqui que começa o dilema.

Por isso, a DozeNews Prime de hoje tem um objetivo claro: trazer luz às indicações de rastreio da doença arterial carotídea assintomática e discutir como devemos conduzir esses pacientes na prática clínica.

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