TAVI e longevidade: onde estamos e o que nos limita?
As degenerações estruturais da prótese da TAVI
Autor: Marcos Meniconi (cardiologista pelo Instituto Dante Pazzanese; hemodinamicista e especialista em cardiologia intervencionista pelo InCor)
Parece que foi ontem, mas já se passaram 23 anos do implante da primeira prótese por cateter para o tratamento da estenose aórtica.
Você quer dizer TAVI?
Sim! A queridinha dos pacientes idosos que sofrem com a estenose aórtica.
Após inúmeros avanços e o estabelecimento dessa como terapia de escolha para pacientes de baixo a alto risco cirúrgico a depender da idade, status performance e “lifetime management”, houve uma expansão da indicação do procedimento.
Atualmente, as diretrizes americana e europeia indicam a TAVI como tratamento da estenose aórtica (EAo) importante para pacientes acima dos 65 e 75 anos, respectivamente.
A realização de TAVI em pacientes mais jovens e com maior expectativa de vida, deixa-nos algumas perguntas (que são muito comuns de ouvirmos nos consultórios e na nossa própria cabeça):
Quanto tempo vai durar o resultado do procedimento?
Qual o mecanismo de falha da prótese?
Na ocasião de disfunção da prótese, como trataremos o paciente?
O que leva à falha da prótese?
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