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TAVI e longevidade: onde estamos e o que nos limita?

As degenerações estruturais da prótese da TAVI

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Doze por Oito
jan 15, 2026
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Autor: Marcos Meniconi (cardiologista pelo Instituto Dante Pazzanese; hemodinamicista e especialista em cardiologia intervencionista pelo InCor)

Parece que foi ontem, mas já se passaram 23 anos do implante da primeira prótese por cateter para o tratamento da estenose aórtica.

Você quer dizer TAVI?

Sim! A queridinha dos pacientes idosos que sofrem com a estenose aórtica.

Após inúmeros avanços e o estabelecimento dessa como terapia de escolha para pacientes de baixo a alto risco cirúrgico a depender da idade, status performance e “lifetime management”, houve uma expansão da indicação do procedimento.

Atualmente, as diretrizes americana e europeia indicam a TAVI como tratamento da estenose aórtica (EAo) importante para pacientes acima dos 65 e 75 anos, respectivamente.

A realização de TAVI em pacientes mais jovens e com maior expectativa de vida, deixa-nos algumas perguntas (que são muito comuns de ouvirmos nos consultórios e na nossa própria cabeça):

  • Quanto tempo vai durar o resultado do procedimento?

  • Qual o mecanismo de falha da prótese?

  • Na ocasião de disfunção da prótese, como trataremos o paciente?

  • O que leva à falha da prótese?

Bem vindos à DozeNews Prime da semana!

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